Apuração
Vereador · 2008 · DEM

Nelson

Nelson Leonardo Lima · nasceu em 1942

Nelson se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em todas.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Sempre pelo DEM.

VereadorPartidoDEM200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 65 anos, ensino médio, servidor público estadual. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Paraopeba (MG)
    DEM 25678· direita
    eleito449 votos
  2. 2004
    Vereador · Paraopeba (MG)
    DEM 25678· direita
    eleito304 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Nelson declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 27 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Paraopeba (MG) · DEM · eleito

De onde veio

R$ 26,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 26,7 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 21,2 mil79,2%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 4.68517,5%
  3. PartidoR$ 8653,2%

Para onde foi

R$ 26,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 90% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 26,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 1.0173,8%
  2. OutrosR$ 8653,2%
  3. RepassesR$ 6692,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Paraopeba (MG), 2008

Nelson: R$ 59,6 por voto (mediana da disputa, R$ 43,6). Quem venceu, Roberto Do Açougue, gastou R$ 19,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.150; o mais barato, R$ 19,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nelson. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Raimundo Do Triciclo PTR$ 11 mil · 10 votosR$ 1.150
  • Wenderson Posto Jm MDBR$ 8,4 mil · 60 votosR$ 140
  • Totó PVR$ 28 mil · 270 votosR$ 104
  • Toninho Bolina PSDBR$ 12 mil · 153 votosR$ 78,1
  • Zé Cláudio Do Zé Heleno MDBR$ 8 mil · 132 votosR$ 60,7
  • Nelson DEMR$ 27 mil · 449 votosR$ 59,6
  • Bil Do Engenho CIDADANIAR$ 19 mil · 425 votosR$ 43,6
  • Willian Figueiredo MDBR$ 13 mil · 484 votosR$ 26,8
  • Batata PLR$ 8,9 mil · 345 votosR$ 25,7
  • Aroldinho PTBR$ 15 mil · 637 votosR$ 24
  • Adilson Figueiredo MDBR$ 9,7 mil · 457 votosR$ 21,3
  • Roberto Do Açougue PSDBR$ 14 mil · 741 votosR$ 19,5

Votos por real

  • 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 69 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.