Apuração
Prefeito · 2012 · PDT

Nelsinho Pires

Nelson Ribeiro Pires Junior · nasceu em 1966

Nelsinho Pires disputou uma eleição, em 2012, para prefeito (Pouso Alto (MG)), pelo PDT: não eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPDT2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 46 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Prefeito · Pouso Alto (MG)
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito178 votos, 4,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Nelsinho Pires declarou R$ 393,3 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 393,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 179.500 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2012.

  • Nelsinho PiresR$ 393,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 521,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 622,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 393,3 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. 1 Casa de morada na rua pedro venancio paes adquirido em…R$ 98,6 mil
    Casa
  2. Au automovel tucsonR$ 98,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Lote com area de 125 M2 e respectivo predio de 65 M2R$ 76,7 mil
    Prédio comercial
  4. Automovel fiesta ano 2011 cor prataR$ 60,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Terreno rural com benfeitorias no lugar toma leite…R$ 54,8 mil
    Terreno rural
  6. 1 Variant ano 71 adquirida no ano de 2000R$ 4.383
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Nelsinho Pires declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Prefeito · Pouso Alto (MG) · PDT · não eleito

De onde veio

R$ 10,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,6 mil.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 5.49851,9%
  2. Próprio bolsoR$ 4.33240,9%
  3. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 7697,3%

Para onde foi

R$ 10,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 7677,2%
  2. Rádio, TV e vídeoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 7587,2%

Quanto custou cada voto: prefeito, Pouso Alto (MG), 2012

Nelsinho Pires: R$ 59,5 por voto (mediana da disputa, R$ 16,1). Quem venceu, Paulo Do Lu, gastou R$ 16,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 59,5; o mais barato, R$ 3,91.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nelsinho Pires. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 17 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.