Nego Braz
Manoel Braz Quirino da Costa · nasceu em 1963
Nego Braz se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PL (2012), CIDADANIA (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Nego Braz declarou R$ 73,1 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.
- Nego BrazR$ 73,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Nego Braz declarou ao TSE R$ 7,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Aurilândia (GO) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 5.53877,4%
- Próprio bolsoR$ 1.61922,6%
Para onde foi
- PessoalR$ 3.91854,8%
- OutrosR$ 3.23845,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Aurilândia (GO), 2016
Nego Braz: R$ 146 por voto (mediana da disputa, R$ 84,3). Quem venceu, João Pezão, gastou R$ 46,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 187; o mais barato, R$ 46,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nego Braz. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lutinha REPUBLICANOSR$ 7,7 mil · 41 votosR$ 187
- Nego Braz CIDADANIAR$ 7,2 mil · 49 votosR$ 146
- Afranio CIDADANIAR$ 8 mil · 58 votosR$ 138
- Dr. Ernandes Arantes PSDBR$ 7,9 mil · 64 votosR$ 123
- Maria Isabel PSDBR$ 7,3 mil · 78 votosR$ 93,8
- Cezar Do Tiadu CIDADANIAR$ 7,2 mil · 84 votosR$ 85,2
- Louro Afonso PSDBR$ 8,9 mil · 106 votosR$ 84,3
- Divino Borges PSBR$ 8,7 mil · 126 votosR$ 69,3
- Irone Henrique PODER$ 8,4 mil · 128 votosR$ 65,7
- Lazão CIDADANIAR$ 6,8 mil · 129 votosR$ 52,7
- Quinquinha PDTR$ 7,5 mil · 144 votosR$ 52,2
- João Pezão PLR$ 6,9 mil · 149 votosR$ 46,6
Votos por real
- 2016, vereador: 6,9 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.