Negão de Vitor
Edmilson Gomes de Lima · nasceu em 1972
Negão de Vitor se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: DEM (2004), PSB (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 40 anos, ensino médio, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Negão de Vitor declarou R$ 396 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 85,9 mil acima da inflação.
Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2012.
Os 8 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Animais bovinos de criaR$ 170,9 milBens da atividade autônoma
- Uma segunda casa residencial localizada na rua afranio de…R$ 59,2 milCasa
- Uma casa residencial localizada na rua afranio de melo…R$ 52,6 milCasa
- Dinheiro em especieR$ 43,8 milDinheiro em espécie
- Cabeças de criação ovino de criaR$ 32,9 milBens da atividade autônoma
- Uma propriedade rural denominada sitio barra no municipio…R$ 21 milOutros bens imóveis rural
- Uma propriedade rural localizado no sítio pedrinhasR$ 13,4 milOutros bens imóveis rural
- Um terreno urbano localizado na margem da PE. 635R$ 2.191Outros bens imóveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Negão de Vitor declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 18 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Afrânio (PE) · PSB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 13,1 mil74,5%
- Próprio bolsoR$ 4.34324,8%
- Outros candidatosR$ 1190,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 17,4 mil99,3%
- Material impressoR$ 1190,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Afrânio (PE), 2012
Negão De Vitor: R$ 36,4 por voto (mediana da disputa, R$ 47,5). Quem venceu, Paulo Do Sindicato, gastou R$ 24,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 138; o mais barato, R$ 24,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Negão De Vitor. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcones Coelho PTR$ 26 mil · 189 votosR$ 138
- Gonzaga PSDR$ 24 mil · 237 votosR$ 101
- Solange De Poção PSBR$ 18 mil · 231 votosR$ 78,2
- Zezinho De Arizona PSBR$ 18 mil · 288 votosR$ 61,6
- Pretinho PSDR$ 34 mil · 564 votosR$ 59,7
- Dercio De Valdene PSDR$ 17 mil · 285 votosR$ 59
- Cirineu Do Cartório PSDR$ 32 mil · 673 votosR$ 47,5
- Marlene Peron PTR$ 23 mil · 636 votosR$ 36,5
- Negão De Vitor PSBR$ 18 mil · 482 votosR$ 36,4
- Deca De Extrema PPR$ 18 mil · 525 votosR$ 34,8
- Vavá Do Pipa PSDR$ 16 mil · 601 votosR$ 27,4
- Paulo Do Sindicato PTBR$ 20 mil · 819 votosR$ 24,3
Votos por real
- 2012, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 117 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 143 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.