Nato
Antônio Renato Albino · nasceu em 1970
Nato se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, até o fundamental, produtor agropecuário, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Senhora do Porto (MG)PDT 15· centro-esquerdaNa chapa de Dezinhochapa não eleita901 votos da chapa, 36,5%
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Nato declarou R$ 652,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 142,5 mil acima da inflação.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Terreno de 70HAR$ 301,7 milTerreno rural
- 86 Cabeças de semolventesR$ 114,9 milRebanho e animais
- imóvel residencial onde resideR$ 71,8 milCasa
- Trator agrícola mf 275 ano 2008R$ 71,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Pálio 2015 placa PWT3843R$ 35,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fox 2014 placa PVX8I76R$ 33 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- dinheiro em espécieR$ 14,4 milDinheiro em espécie
- Moto bros 2011 placa HLE2296R$ 8.619Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Nato declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 8,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Senhora do Porto (MG) · PDT · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.09254,6%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Jose Portilho Pereira PrefeitoR$ 1.74145,4%
Para onde foi
- ServiçosTudo de Eleicao 2016 Jose Portilho Pereira PrefeitoR$ 2917,6%
- EscritórioR$ 1493,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Senhora do Porto (MG), 2016
Nato: R$ 35,8 por voto (mediana da disputa, R$ 35,8). Quem venceu, Procó, gastou R$ 19,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 325; o mais barato, R$ 19,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nato. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ze Maria De Santa Terezinha PLR$ 3,2 mil · 10 votosR$ 325
- O Rocha PSDBR$ 3,2 mil · 40 votosR$ 81,2
- Tata AGIRR$ 5,9 mil · 108 votosR$ 54,6
- Gabriel MDBR$ 5,6 mil · 113 votosR$ 49,3
- Denise PHSR$ 3,9 mil · 82 votosR$ 47,2
- Claudiney Do Posto AGIRR$ 4,1 mil · 107 votosR$ 38,5
- Nato PDTR$ 3,8 mil · 107 votosR$ 35,8
- Matozinho Amadeu CIDADANIAR$ 4,5 mil · 142 votosR$ 31,5
- Alex Lima DEMR$ 3,4 mil · 109 votosR$ 31,2
- Wenderson Gordinho PLR$ 3,8 mil · 122 votosR$ 31,2
- Divino Chapinha PLR$ 3,2 mil · 147 votosR$ 22,1
- Procó MDBR$ 3,5 mil · 179 votosR$ 19,7
Votos por real
- 2016, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.