Natanael Casavechia
nasceu em 1967
Natanael Casavechia se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.
Passou por 3 partidos: DEM (2008–2012), PSB (2016), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Prefeito · São José do Rio Claro (MT)PSB 40· centro-esquerda· na urna, Natanaelnão eleito3.950 votos, 48,2%
- 2012
- 2008Vice-prefeito · São José do Rio Claro (MT)DEM 22· direitaNa chapa de Massao Paulo Watanabechapa eleita4.448 votos da chapa, 56,6%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Natanael Casavechia declarou R$ 7,7 mi em bens, em reais de hoje: 8,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 47,4 mi, já descontada a inflação.
Declarou 8,9 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso em 2020.
- Natanael CasavechiaR$ 7,7 mi
- Mediana dos candidatosR$ 861,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi
Cada quadrado, R$ 200 mil.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- area de terra com 1210háR$ 5,6 miOutros bens imóveis rural
- lote urbano n. 03R$ 1 miTerreno
- Lote urbano N.17R$ 430,9 milTerreno
- valor em espécieR$ 194,2 milDinheiro em espécie
- colheitadeiraR$ 143,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- quotas de capital a Cooperativa SicrediR$ 94,2 milQuotas ou quinhões de capital
- Lotes urbanos n. 15/16R$ 86,2 milTerreno
- trator esteiraR$ 71,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Natanael Casavechia declarou ao TSE R$ 955 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 452 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · São José do Rio Claro (MT) · REPUBLICANOS · não eleito
De onde veio
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 151 mil66,8%
- Próprio bolsoR$ 1.4150,6%
Para onde foi
- Serviços6 pessoas, não nomeadasR$ 123,1 mil56,6%
- PessoalR$ 5.3782,5%
- TransporteR$ 1.3880,6%
- OutrosR$ 6880,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, São José do Rio Claro (MT), 2020
Natanael Casavechia: R$ 95,9 por voto (mediana da disputa, R$ 31,3). Quem venceu, Levi Ribeiro, gastou R$ 31,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 102; o mais barato, R$ 3,24.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Natanael Casavechia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jean Kerkhoff DEMR$ 204 mil · 1.987 votosR$ 102
- Natanael Casavechia REPUBLICANOSR$ 218 mil · 2.269 votosR$ 95,9
- Levi Ribeiro PODER$ 111 mil · 3.542 votosR$ 31,3
- Pastor Robson PATRIOTAR$ 1,4 mil · 443 votosR$ 3,24
Votos por real
- 2020, prefeito: 10 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 14 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 7,3 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.