Apuração
Vereadora · 2004 · PTB

Nassima

Nassima Sallum Ribas · nasceu em 1938

Nassima se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,27← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSDB2004PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSDB (2002), PTB (2004).

Dep. estadualVereadoraPartidoPSDBPTB20022004
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 55 anos, ensino médio, senador, deputado e vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Vereadora · Ponta Grossa (PR)
    PTB 14014· centro-direita
    suplente
  2. 2002
    Deputada estadual · Paraná
    PSDB 45045· centro-direita· na urna, Nassima Sallum Ribas
    suplente3.551 votos; 196º mais votada de 434 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Nassima teve 3.551 votos para deputada estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 196º lugar entre 434 candidatos.

Recebeu votos em 90 cidades. Ponta Grossa deu 73,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,8%.

3.551 votos
votos para deputada estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 3.551 votos.
  1. Ponta Grossa (PR)2.596 votos73,1%
  2. Curitiba (PR)219 votos6,2%
  3. Palmeira (PR)93 votos2,6%
  4. Carambeí (PR)90 votos2,5%
  5. Sengés (PR)87 votos2,5%
  6. Outras 75 cidades184 votos5,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Nassima declarou ao TSE R$ 299 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputada estadual: R$ 235 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereadora · Ponta Grossa (PR) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 63,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 63,4 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 56 mil88,3%
  2. EmpresasR$ 7.39611,7%

Para onde foi

R$ 63,4 mil
O maior gasto foi com pessoal: 38% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 63,4 mil.
  1. PessoalR$ 24 mil37,8%
  2. Material impressoR$ 20,6 mil32,6%
  3. TransporteR$ 18,5 mil29,2%
  4. EscritórioR$ 2480,4%

Quanto custou cada voto: vereadora, Ponta Grossa (PR), 2004

Nassima: R$ 45,4 por voto (mediana da disputa, R$ 37,9). Quem venceu, Delmar Pimentel, gastou R$ 15,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 67,4; o mais barato, R$ 15,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nassima. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereadora: 22 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
  • 2002, deputada estadual: 15 votos por R$ 1.000, 14% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.