Nardo
Isnard Ramos · nasceu em 1944
Nardo disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Bernardino de Campos (SP)), pelo MDB: não eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 60 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Nardo declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Bernardino de Campos (SP) · MDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- TransporteTudo de Auto Posto J. Brasilia Sta. Cruz Do Rio Pardo LtdaR$ 1.3687%
- ServiçosR$ 8544,4%
- EscritórioR$ 1210,6%
Quanto custou cada voto: prefeito, Bernardino de Campos (SP), 2004
Nardo: R$ 63,7 por voto (mediana da disputa, R$ 11,9). Quem venceu, Moacir Beneti, gastou R$ 7,00 por voto. O voto mais caro custou R$ 63,7; o mais barato, R$ 7,00.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nardo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nardo MDBR$ 20 mil · 307 votosR$ 63,7
- Bino PLR$ 28 mil · 616 votosR$ 45,7
- Gustinho PSDBR$ 31 mil · 2.636 votosR$ 11,9
- Moacir Beneti PTBR$ 20 mil · 2.886 votosR$ 7,00
Votos por real
- 2004, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.