Nanico Biguelini
Aldori Biguelini · nasceu em 1959
Nanico Biguelini se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Nanico Biguelini declarou R$ 2,1 mi em bens, em reais de hoje: 37 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 581,2 mil acima da inflação.
Declarou 37 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Nanico BigueliniR$ 2,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 9 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- 23 Hectares de terraR$ 1,4 miTerra nua
- Dois tratores agricolasR$ 287,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Casa e benfeitoriasR$ 287,3 milCasa
- 15 Cabeças de gadoR$ 43,1 milRebanho e animais
- Um automovel fiat uno mullerR$ 21,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- BB automaticoR$ 16,4 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Saldo conta corrente coop. credito sicrediR$ 3.297Conta corrente no país
- CDB automatico banco estado do rio grande do sulR$ 2.521Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Saldo negativo conta corrente banrisulR$ 1.323Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Nanico Biguelini declarou ao TSE R$ 4,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Derrubadas (RS) · PP · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 99170,5%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Adelino Machado Vasconcellos PrefeitoR$ 41529,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Derrubadas (RS), 2020
Nanico Biguelini: R$ 6,27 por voto (mediana da disputa, R$ 19,4). Quem venceu, Neca, gastou R$ 2,39 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,1; o mais barato, R$ 2,39.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nanico Biguelini. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Katia PSBR$ 991 · 10 votosR$ 99,1
- Brunilda Renner PPR$ 991 · 13 votosR$ 76,2
- Silvio Johann Do Ponto Dez PSBR$ 991 · 18 votosR$ 55
- Ênio Elsembach PSBR$ 991 · 34 votosR$ 29,1
- Rogerio Panzenhagen PPR$ 991 · 50 votosR$ 19,8
- Xuxa PSBR$ 991 · 51 votosR$ 19,4
- Dinda PPR$ 1,3 mil · 129 votosR$ 9,87
- Osmar Von Muller PPR$ 991 · 141 votosR$ 7,03
- Nanico Biguelini PPR$ 991 · 158 votosR$ 6,27
- Professora Ana Valéria PPR$ 991 · 294 votosR$ 3,37
- Neca MDBR$ 807 · 338 votosR$ 2,39
Votos por real
- 2020, vereador: 158 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.