Apuração
Vereadora · 2024 · REPUBLICANOS

Nailza Henriques

Maria Nailza Medeiros Henriques · nasceu em 1959

Nailza Henriques disputou uma eleição, em 2024, para vereadora (Picuí (PB)), pelo REPUBLICANOS: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,67← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadoraPartidoREPUBLICANOS2024
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 64 anos, ensino médio, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereadora · Picuí (PB)
    REPUBLICANOS 10456· direita
    suplente252 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Nailza Henriques declarou R$ 91 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba.

R$ 91 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 82.411 na declaração)

Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2024.

  • Nailza HenriquesR$ 91 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 6.628
  • Mediana dos eleitosR$ 40,9 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 91 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2024, Nailza Henriques declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, em reais de hoje, 93% de dinheiro público.

2024 · Vereadora · Picuí (PB) · REPUBLICANOS · suplente

De onde veio

R$ 10,2 mil
93% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,2 mil.
  1. Outros candidatosR$ 9.51593,4%
  2. Próprio bolsoR$ 6736,6%

Para onde foi

R$ 10,2 mil
O maior gasto foi com serviços: 31% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,2 mil.
  1. ServiçosR$ 3.16631,1%
  2. Material impressoR$ 2.92028,7%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 2.18721,5%
  4. PessoalR$ 1.91418,8%

Quanto custou cada voto: vereadora, Picuí (PB), 2024

Nailza Henriques: R$ 40,4 por voto (mediana da disputa, R$ 185). Quem venceu, Diogo Marques, gastou R$ 14,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.118; o mais barato, R$ 14,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nailza Henriques. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Artemio UNIÃOR$ 8,9 mil · 8 votosR$ 1.118
  • Ivone De Ivonete REPUBLICANOSR$ 9,8 mil · 14 votosR$ 700
  • Guegue UNIÃOR$ 8,9 mil · 18 votosR$ 497
  • Gui Celulares UNIÃOR$ 8,9 mil · 19 votosR$ 471
  • Christiane De Tota Ferreira REPUBLICANOSR$ 9,8 mil · 44 votosR$ 223
  • Vitoriano Do Triciclo UNIÃOR$ 9,4 mil · 48 votosR$ 195
  • Vasti De Nilton UNIÃOR$ 9 mil · 49 votosR$ 185
  • Nailza Henriques REPUBLICANOSR$ 10 mil · 252 votosR$ 40,4
  • Jokinha Dantas PTR$ 11 mil · 309 votosR$ 35,4
  • Jailza REPUBLICANOSR$ 9,8 mil · 392 votosR$ 25
  • Ednalva REPUBLICANOSR$ 9,8 mil · 623 votosR$ 15,7
  • Diogo Marques PTR$ 10 mil · 708 votosR$ 14,7

Votos por real

  • 2024, vereadora: 25 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.