Apuração
Vereadora · 2016 · MDB

Naides

Naides Boscheto · nasceu em 1957

Naides se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,25← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo MDB.

VereadoraPartidoMDB2004200620082010201220142016
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, ensino médio, técnico de enfermagem e assemelhados (exceto enfermeiro), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereadora · Estação (RS)
    MDB 15600· centro-direita
    suplente
  2. 2004
    Vereadora · Estação (RS)
    MDB 15608· centro
    suplente122 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Naides declarou R$ 35,7 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 35,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 22.001 na declaração)

Declarou 49% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • NaidesR$ 35,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 35,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Naides declarou ao TSE R$ 3,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 3,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereadora · Estação (RS) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 3.263
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.263.
  1. Próprio bolsoR$ 2.45375,2%
  2. PessoasR$ 81024,8%

Para onde foi

R$ 3.263
O maior gasto foi com serviços: 52% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.263.
  1. ServiçosR$ 1.68451,6%
  2. Material impressoR$ 1.12034,4%
  3. TransporteR$ 45714%

Quanto custou cada voto: vereadora, Estação (RS), 2016

Naides: R$ 46,6 por voto (mediana da disputa, R$ 23). Quem venceu, Solano Martinello, gastou R$ 15,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 47,8; o mais barato, R$ 11,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Naides. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereadora: 21 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
  • 2004, vereadora: 122 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.