Mônica Amorim
Mônica Brasileiro Lins Amorim · nasceu em 1959
Mônica Amorim se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleita em todas.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004 e 2008.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, eleita.
Declarou ao TSE em 2008: 49 anos, superior completo, enfermeiro. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Mônica Amorim declarou R$ 942,4 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2008.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Uma área de terraR$ 674,1 milBens rurais e animais
- Poupança ouro BBR$ 134,8 milDinheiro e aplicações
- Um terreno, piedade, jaboatão-peR$ 53,9 milImóveis
- Um auto, vectra, ano 1994R$ 35,1 milOutros
- Dinheiro em espécieR$ 27 milDinheiro e aplicações
- Conta corrente banco do brasilR$ 13,5 milDinheiro e aplicações
- Poupança caixa econõmica federalR$ 4.045Dinheiro e aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Mônica Amorim declarou ao TSE R$ 48 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereadora: R$ 29 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereadora · Canhotinho (PE) · PSB · eleita
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 16,1 mil84,2%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 3.02515,8%
Para onde foi
- TransporteTudo de Sônia Maria Siqueira Dos SantosR$ 4.14721,7%
Quanto custou cada voto: vereadora, Canhotinho (PE), 2008
Mônica Amorim: R$ 29,8 por voto (mediana da disputa, R$ 36). Quem venceu, Dr. Bruno, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 6.766; o mais barato, R$ 11,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Mônica Amorim. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Amadeu PLR$ 14 mil · 2 votosR$ 6.766
- Solange Amorim De Almeida PPR$ 10 mil · 9 votosR$ 1.112
- Milton Quejeiro PPR$ 14 mil · 70 votosR$ 195
- Claudeci PTR$ 13 mil · 186 votosR$ 72,5
- Generci Carneiro PTBR$ 13 mil · 275 votosR$ 48
- Carlinhos Da Farmácia MOBILIZAR$ 13 mil · 282 votosR$ 47,7
- Erico Vilaça DEMR$ 16 mil · 450 votosR$ 36
- Romero PTBR$ 17 mil · 483 votosR$ 35,1
- Célio Amorim MOBILIZAR$ 14 mil · 403 votosR$ 34
- Mônica Amorim PSBR$ 19 mil · 640 votosR$ 29,8
- Nêgo Barbosa PSBR$ 11 mil · 462 votosR$ 23,2
- Dr. Bruno PRPR$ 8 mil · 709 votosR$ 11,3
Votos por real
- 2008, vereadora: 34 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 38 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.