Apuração
Prefeito · 2016 · MDB

Miro

Ozamir Ferreira da Silva · nasceu em 1954

Miro disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (Colinas do Sul (GO)), pelo MDB: não eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoMDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    MDB 15· centro-direita
    não eleito1.490 votos, 47,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Miro declarou R$ 3,3 mi em bens, em reais de hoje: 4,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.

R$ 3,3 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.051.500 na declaração)

Declarou 4,9 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Goiás em 2016.

  • MiroR$ 3,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 682,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 870,6 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 3,3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Fazenda agua franca com 86 alqueires no município de…R$ 2,1 mi
    Terreno rural
  2. Casa residencial e pousada agua franca na rua belo horizonteR$ 487,4 mil
    Casa
  3. Casa residencial na rua quintino bocaiuvaR$ 324,9 mil
    Casa
  4. Trator PA carregadeira michigan 55CR$ 195 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Camionete hilluxR$ 162,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Recursos proveniente de prestação de serviços informais e…R$ 35,7 mil
    Dinheiro em espécie
  7. 15 Cabeças de animais bovinos acima de 24 mesesR$ 31,7 mil
    Rebanho e animais

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Miro declarou ao TSE R$ 119 mil em receitas, em reais de hoje, 1,8% de dinheiro público.

2016 · Prefeito · Colinas do Sul (GO) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 119,2 mil
1,8% veio de fundos públicos; 13 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 119,2 mil.
  1. Pessoas13 pessoas, não nomeadasR$ 62,6 mil52,5%
  2. Próprio bolsoR$ 54,6 mil45,8%
  3. Fundo partidárioR$ 2.1071,8%

Para onde foi

R$ 119,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 119,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal27 pessoas, não nomeadasR$ 19,2 mil16,1%
  2. Serviços7 pessoas, não nomeadasR$ 18,7 mil15,7%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 2.4292%
  4. EscritórioR$ 2.3141,9%

Quanto custou cada voto: prefeito, Colinas do Sul (GO), 2016

Miro: R$ 80 por voto (mediana da disputa, R$ 80). Quem venceu, Adriano Passos, gastou R$ 85,8 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Miro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 13 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.