Miro
Claudimiro Souza Pires · nasceu em 1964
Miro se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PV.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2008, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2008: 43 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008Vice-prefeito · Santa Rosa de Viterbo (SP)PV 23· centro-esquerdaNa chapa de Luiza da Caixachapa não eleita3.322 votos da chapa, 23,3%
- 2004Vereador · Santa Rosa de Viterbo (SP)PV 43222· centro-esquerda· na urna, Miro da Barracaeleito374 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Miro declarou R$ 76,8 mil em bens, em reais de hoje.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Miro declarou ao TSE R$ 7,6 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Santa Rosa de Viterbo (SP) · PV · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.82263,8%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 2.73736,2%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.30317,3%
- OutrosR$ 3264,3%
- EscritórioR$ 3164,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Rosa de Viterbo (SP), 2004
Miro Da Barraca: R$ 20,1 por voto (mediana da disputa, R$ 25,3). Quem venceu, Tadeu Cicolani, gastou R$ 19,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 84,7; o mais barato, R$ 19,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Miro Da Barraca. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Ze Vicente PTBR$ 31 mil · 364 votosR$ 84,7
- Dr. Renato CIDADANIAR$ 36 mil · 437 votosR$ 81,9
- Zé Roberto CIDADANIAR$ 11 mil · 228 votosR$ 47
- Roberta Amici PTR$ 7,2 mil · 156 votosR$ 45,9
- Fernando Arruda PTBR$ 10 mil · 261 votosR$ 39,1
- Ione Cabral PRTBR$ 7,8 mil · 310 votosR$ 25,3
- Carlos Rosa PTR$ 8,3 mil · 338 votosR$ 24,6
- Dr. Gonini PTBR$ 17 mil · 767 votosR$ 21,7
- Heitor Bertocco CIDADANIAR$ 9,8 mil · 480 votosR$ 20,5
- Miro Da Barraca PVR$ 7,5 mil · 374 votosR$ 20,1
- Tadeu Cicolani PLR$ 12 mil · 586 votosR$ 19,8
Votos por real
- 2004, vereador: 50 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.