Apuração
1º suplente de senador · 2022 · PSOL

Miriam Prochnow

nasceu em 1964

Miriam Prochnow se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2022, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,39← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PV2018REDE2022PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PV (2010), REDE (2018), PSOL (2022).

SenadoraSuplente sen.Dep. federalPartidoPVREDEPSOL2010201220142016201820202022
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2022, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2022: 58 anos, superior completo, pedagogo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    1º suplente de senador · Santa Catarina
    PSOL 500· esquerda
    Na chapa de Afrânio Boppré
    chapa não eleita116.189 votos da chapa
  2. 2018
    Senadora · Santa Catarina
    REDE 181· centro
    não eleita84.486 votos, 1,3%
  3. 2010
    Deputada federal · Santa Catarina
    PV 4343· centro-esquerda· na urna, Miriam
    não eleita5.997 votos; 54º mais votada de 147 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Miriam Prochnow teve 5.997 votos para deputada federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 54º lugar entre 147 candidatos.

Recebeu votos em 167 cidades. Florianópolis deu 16,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 73,0%.

5.997 votos
votos para deputada federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 5.997 votos.
  1. Florianópolis (SC)982 votos16,4%
  2. Rio do Sul (SC)895 votos14,9%
  3. Blumenau (SC)698 votos11,6%
  4. Joinville (SC)361 votos6%
  5. Brusque (SC)251 votos4,2%
  6. Outras 152 cidades1.619 votos27%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Miriam Prochnow declarou R$ 849,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2018 e 2022, o total caiu R$ 105,4 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 849,4 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 705.115 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 849,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2022, do maior ao menor
  1. Co-propriedade de Terreno Rural em Atalanta/SC edificado…R$ 578,2 mil
    Terreno rural
  2. co-propriedade aplicação BB LCIR$ 101,8 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  3. co-propriedade saldo de poupançaR$ 70,3 mil
    Caderneta de poupança
  4. Co-propriedade Automóvel GM Tracker 2009R$ 64,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Co-propriedade Outras aplicações BB Automático MaisR$ 12,7 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  6. Co-propriedade Terreno Rural em Atalanta/SCR$ 8.862
    Terreno rural
  7. co-propriedade Quotas de capital social de empresaR$ 8.191
    Quotas ou quinhões de capital
  8. co-propriedade outras aplicações BBR$ 2.873
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  9. Co-propriedade de Terreno Rural em Atalanta/SCR$ 1.672
    Terreno rural

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Miriam Prochnow declarou ao TSE R$ 637 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputada federal: R$ 564 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Senadora · Santa Catarina · REDE · não eleita

De onde veio

R$ 74 mil
41% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 74 mil.
  1. Fundo partidárioTudo de Rede SustentabilidadeR$ 30,2 mil40,8%
  2. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 27 mil36,5%
  3. VaquinhaTudo de Instituto Darwin - Instituto De Apoio A Evolucao Da CidadaniaR$ 9.25212,5%
  4. Próprio bolsoR$ 7.54010,2%

Para onde foi

R$ 74 mil
O maior gasto foi com internet: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 74 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoR$ 1.9812,7%
  2. EscritórioR$ 8881,2%
  3. EventosR$ 2260,3%

Quanto custou cada voto: senadora, Santa Catarina, 2018

Miriam Prochnow: R$ 0,88 por voto (mediana da disputa, R$ 0,88). Quem venceu, Esperidião Amin, gastou R$ 2,93 por voto. O voto mais caro custou R$ 6,22; o mais barato, R$ 0,07.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Miriam Prochnow. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, senadora: 1.142 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2010, deputada federal: 12 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.