Apuração
Prefeito · 2016 · MDB

Miotto

Ademir Domingos Miotto · nasceu em 1961

Miotto se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,25← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2016.

Sempre pelo MDB.

PrefeitoPartidoMDB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    MDB 15· centro-direita
    eleito805 votos, 51,8%
  2. 2004
    MDB 15· centro· na urna, Ademir Domingos Miotto
    eleito849 votos, 53,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Miotto declarou R$ 325 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 325 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 200.050 na declaração)

Declarou 54% da mediana dos candidatos a prefeito em Santa Catarina em 2016.

  • MiottoR$ 325 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 601,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 615,1 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 325 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Miotto declarou ao TSE R$ 62 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 46 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Presidente Castello Branco (SC) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 46,2 mil
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 46,2 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 41,1 mil89%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 5.10011%

Para onde foi

R$ 46,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 72% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 46,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de Diego Ribeiro Da Silva 06650294977R$ 4.0488,8%
  2. EventosR$ 9722,1%
  3. EscritórioR$ 8711,9%
  4. ServiçosR$ 3240,7%

Quanto custou cada voto: prefeito, Presidente Castello Branco (SC), 2016

Miotto: R$ 57,3 por voto (mediana da disputa, R$ 41,6).

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 17 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 54 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.