Mimo
Luiz Carlos Gamas de Oliveira · nasceu em 1974
Mimo se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 5.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2012, 2016, 2020 e 2024.
Passou por 3 partidos: PTB (2004–2012), CIDADANIA (2016–2020), PDT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 49 anos, superior completo, vereador, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008Vice-prefeito · Rio do Prado (MG)PTB 12· centro-direitaNa chapa de Missimchapa não eleita1.504 votos da chapa, 49,9%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Mimo declarou R$ 65 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 10,2 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- MimoR$ 65 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Mimo declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 7,7 mil, 80% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Rio do Prado (MG) · PDT · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Democratico Trabalhista - Minas Gerais - Mg - EstadualR$ 5.46871,1%
- Próprio bolsoR$ 1.51019,6%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2024 Alexandre Pereira Gomes PrefeitoR$ 7089,2%
Para onde foi
- Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 6.34390,9%
- Material impressoTudo de Gmc Comunicacao Visual LtdaR$ 6238,9%
- EscritórioR$ 120,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio do Prado (MG), 2024
Mimo: R$ 21,8 por voto (mediana da disputa, R$ 17,2). Quem venceu, Rafael Do Social, gastou R$ 5,56 por voto. O voto mais caro custou R$ 49,8; o mais barato, R$ 5,56.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Mimo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Chaves Policial PSBR$ 3 mil · 61 votosR$ 49,8
- Lucas Advogado SOLIDARIEDADER$ 11 mil · 293 votosR$ 37,3
- Léo De Tauzim SOLIDARIEDADER$ 1,5 mil · 49 votosR$ 30,6
- Tata PODER$ 1,3 mil · 46 votosR$ 28,9
- Mimo PDTR$ 7 mil · 320 votosR$ 21,8
- Gilson PSBR$ 3 mil · 164 votosR$ 18,1
- Milene Vereadora PODER$ 1,9 mil · 110 votosR$ 17,2
- Dau Cabeleireiro PSBR$ 2,3 mil · 166 votosR$ 14
- Rafael Locutor PDTR$ 1,6 mil · 139 votosR$ 11,8
- Lindson Da Caçamba PODER$ 2,1 mil · 230 votosR$ 9,10
- Lola PSBR$ 2,3 mil · 310 votosR$ 7,44
- Rafael Do Social PDTR$ 1,6 mil · 295 votosR$ 5,56
Votos por real
- 2024, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 218 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 103 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.