Milton Schmitz
nasceu em 1951
Milton Schmitz se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016 e 2020.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 69 anos, até o fundamental, prefeito, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Milton Schmitz declarou R$ 15,5 mi em bens, em reais de hoje: 32 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2016 e 2020.
Declarou 32 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2020.
- Milton SchmitzR$ 15,5 mi
- Mediana dos candidatosR$ 489,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 574,6 mil
Cada quadrado, R$ 500 mil.
Os 15 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Quota de capitalR$ 13,1 miQuotas ou quinhões de capital
- Apartamento em construçãoR$ 1,1 miApartamento
- Casa de alvenariaR$ 445,3 milCasa
- Poupança sicrediR$ 442 milCaderneta de poupança
- Poupança banrisulR$ 302,8 milCaderneta de poupança
- Veículo polo 2019R$ 110,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caixa plano VGBLR$ 21,1 milPrevidência VGBL
- Cdi banrisulR$ 20,9 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Aplicação cp BBR$ 11,8 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Aplicação bradescoR$ 9.953Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Banco sicrediR$ 5.956Conta corrente no país
- Banco CAIXA,AGENCIA:0464,CONTA 26739-4R$ 3.572Conta corrente no país
- Banco sicrediR$ 1.672Quotas ou quinhões de capital
- Banco bradescoR$ 1Conta corrente no país
- Banco banrisulR$ 1Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Milton Schmitz declarou ao TSE R$ 658 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 340 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Carazinho (RS) · MDB · eleito
De onde veio
- Pessoas29 pessoas, não nomeadasR$ 300,3 mil88,3%
- Próprio bolsoR$ 39,6 mil11,7%
Para onde foi
- Pessoal60 pessoas, não nomeadasR$ 89,9 mil26,5%
- PesquisasR$ 15,7 mil4,6%
- InternetR$ 7.2802,1%
- EscritórioR$ 4.6671,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Carazinho (RS), 2020
Milton Schmitz: R$ 18,8 por voto (mediana da disputa, R$ 28,8). O voto mais caro custou R$ 114; o mais barato, R$ 7,01.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Godinho PTR$ 50 mil · 440 votosR$ 114
- Renato Weber Do Cfc PRTBR$ 49 mil · 670 votosR$ 73,2
- Paulo Silva REPUBLICANOSR$ 20 mil · 687 votosR$ 28,8
- Milton Schmitz MDBR$ 340 mil · 18.083 votosR$ 18,8
- João Pedro Albuquerque PSDBR$ 103 mil · 14.697 votosR$ 7,01
Votos por real
- 2020, prefeito: 53 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 79 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.