Apuração
Vereador · 2008 · PTB

Milton Gordo

Milton Saldiba Passarelli de Campos Júnior · nasceu em 1984

Milton Gordo disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Itanhaém (SP)), pelo PTB: eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,33← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPTB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 23 anos, superior incompleto, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Itanhaém (SP)
    PTB 14789· centro-direita
    eleito1.102 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Milton Gordo declarou R$ 440,9 mil em bens, em reais de hoje: 9,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 440,9 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 163.500 na declaração)

Declarou 9,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • Milton GordoR$ 440,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 440,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. 70.000 Quotas da empresa gordo eventos LTDAR$ 188,7 mil
    Empresas e participações
  2. 50.000 Quotas da empresa dacala promoção e organização de…R$ 134,8 mil
    Empresas e participações
  3. 20.000 Quotas da empresa d.s.a. administração e…R$ 53,9 mil
    Empresas e participações
  4. Um bote inflável zephir mod 420 2001 motor 40 hpR$ 40,4 mil
    Outros
  5. R$ 8.500,00 em espécieR$ 22,9 mil
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Milton Gordo declarou ao TSE R$ 152 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Itanhaém (SP) · PTB · eleito

De onde veio

R$ 152,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 11 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 152,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 25,4 mil16,7%
  2. Pessoas11 pessoas, não nomeadasR$ 24,8 mil16,3%
  3. Outros candidatosR$ 10,2 mil6,7%

Para onde foi

R$ 152,4 mil
O maior gasto foi com outros: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 152,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal6 pessoas, não nomeadasR$ 18,6 mil12,2%
  2. TransporteR$ 18,3 mil12%
  3. EscritórioR$ 3.0202%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 2.6771,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Itanhaém (SP), 2008

Milton Gordo: R$ 138 por voto (mediana da disputa, R$ 62,4). Quem venceu, Alexandre Da Regional, gastou R$ 31,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 138; o mais barato, R$ 31,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Milton Gordo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 7,2 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.