Miltão
Milton Goncalves Pereira · nasceu em 1960
Miltão se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 52 anos, ensino médio, policial civil. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004Vice-prefeito · Silvânia (GO)PT 11· centro-esquerdaNa chapa de João Caixetachapa eleita4.102 votos da chapa, 39,3%
- 2002Deputado federal · GoiásPT 1333· centro-esquerda· na urna, Miltaosuplente4.434 votos; 45º mais votado de 130 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Miltão teve 4.434 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 45º lugar entre 130 candidatos.
Recebeu votos em 110 cidades. Silvânia deu 62,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Miltão declarou R$ 105,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 51,3 mil acima da inflação.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2012.
- MiltãoR$ 105,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 47,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 141,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Miltão declarou ao TSE R$ 44 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 16 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Silvânia (GO) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 12,1 mil94,4%
- Outros candidatosR$ 6044,7%
- PartidoR$ 1210,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 5.87045,7%
- PessoalR$ 3.32325,9%
- TransporteR$ 3.00723,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6505,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Silvânia (GO), 2012
Miltão: R$ 45,9 por voto (mediana da disputa, R$ 45,9). Quem venceu, Jarim, gastou R$ 27,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 503; o mais barato, R$ 27,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Miltão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alessandro Mendes PTBR$ 156 mil · 310 votosR$ 503
- Renato Dentista MDBR$ 66 mil · 261 votosR$ 252
- Dr. Fátima PTR$ 14 mil · 111 votosR$ 122
- Edson Da Farmacia PTR$ 16 mil · 180 votosR$ 86,7
- Laura Neves PTR$ 12 mil · 134 votosR$ 86,2
- Silverio Lobo PSDR$ 27 mil · 529 votosR$ 50,5
- Miltão PTR$ 13 mil · 280 votosR$ 45,9
- Kleber PRPR$ 14 mil · 313 votosR$ 45,7
- Alba Stefânia MDBR$ 30 mil · 704 votosR$ 42
- Valdir Pretão PSBR$ 13 mil · 369 votosR$ 35
- Mi PSDBR$ 18 mil · 564 votosR$ 32,5
- Jarim AVANTER$ 11 mil · 403 votosR$ 27,3
Votos por real
- 2012, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 276 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.