Apuração
Vereador · 2004 · PC do B

Miguel Felício

Miguel Arcanjo Felício de Jesus · nasceu em 1954

Miguel Felício se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,57← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PC do B2004PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PC do B.

Dep. estadualVereadorPartidoPC do B20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 50 anos, superior completo, bancario e economiario. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    PC do B 65456· esquerda
    suplente
  2. 2002
    Deputado estadual · Bahia
    PC do B 65456· esquerda· na urna, Miguel Felicio
    suplente4.782 votos; 177º mais votado de 493 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Miguel Felício teve 4.782 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 177º lugar entre 493 candidatos.

Recebeu votos em 86 cidades. Vitória da Conquista deu 78,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,2%.

4.782 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 4.782 votos.
  1. Vitória da Conquista (BA)3.728 votos78%
  2. Itapetinga (BA)523 votos10,9%
  3. Salvador (BA)94 votos2%
  4. Anagé (BA)62 votos1,3%
  5. Antas (BA)39 votos0,8%
  6. Outras 71 cidades183 votos3,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Miguel Felício declarou ao TSE R$ 47 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 40 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Vitória da Conquista (BA) · PC do B · suplente

De onde veio

R$ 39,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 39,8 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 36,3 mil91%
  2. PessoasR$ 1.9554,9%
  3. EmpresasR$ 1.6294,1%

Para onde foi

R$ 39,8 mil
O maior gasto foi com material impresso: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 39,8 mil.
  1. Material impressoR$ 26 mil65,2%
  2. TransporteR$ 13 mil32,7%
  3. EscritórioR$ 8472,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Vitória da Conquista (BA), 2004

Miguel Felício: R$ 29 por voto (mediana da disputa, R$ 12,7). Quem venceu, Lúcia Rocha, gastou R$ 6,56 por voto. O voto mais caro custou R$ 62,5; o mais barato, R$ 6,56.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Miguel Felício. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 647 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.