Miguel da Chácara
Miguel Nogueira Blézins · nasceu em 1948
Miguel da Chácara se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PTB (2004), PP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 67 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004Prefeito · Campina do Monte Alegre (SP)PTB 14· centro-direita· na urna, Miguel Blézinsnão eleito129 votos, 3,9%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Miguel da Chácara declarou R$ 73,8 mil em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Miguel da ChácaraR$ 73,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Miguel da Chácara declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Campina do Monte Alegre (SP) · PTB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 19,9 mil80,3%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 4.88719,7%
Para onde foi
- OutrosR$ 7493%
- EventosR$ 980,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Campina do Monte Alegre (SP), 2004
Miguel Blézins: R$ 192 por voto (mediana da disputa, R$ 32,5). Quem venceu, Zé Dito, gastou R$ 10,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 540; o mais barato, R$ 10,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Miguel Blézins. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Neco E Batuta PTR$ 24 mil · 45 votosR$ 540
- Miguel Blézins PTBR$ 25 mil · 129 votosR$ 192
- Bebel PHSR$ 32 mil · 550 votosR$ 59
- Nelson Luciano Teotonio PVR$ 25 mil · 765 votosR$ 32,5
- Dito Do Aloisio PDTR$ 9,8 mil · 364 votosR$ 26,9
- Zé Dito PSDBR$ 15 mil · 1.439 votosR$ 10,3
Votos por real
- 2004, prefeito: 5,2 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.