Apuração
Prefeito · 2008 · PT

Messias

Messias Pereira de Oliveira · nasceu em 1968

Messias se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.

Sempre pelo PT.

PrefeitoPartidoPT200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 40 anos, ensino médio, prefeito. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Prefeito · Cachoeirinha (TO)
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito530 votos, 33,6%
  2. 2004
    Prefeito · Cachoeirinha (TO)
    PT 13· centro-esquerda
    eleito436 votos, 36,7%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Messias declarou R$ 260,2 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 260,2 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 96.500 na declaração)

Declarou 50% da mediana dos candidatos a prefeito no Tocantins em 2008.

  • MessiasR$ 260,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 524 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 539,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 260,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Messias declarou ao TSE R$ 100 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Prefeito · Cachoeirinha (TO) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 99,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 13 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 99,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas13 pessoas, não nomeadasR$ 86,4 mil86,8%
  2. Próprio bolsoR$ 2.8112,8%

Para onde foi

R$ 99,5 mil
O maior gasto foi com outros: 97% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 99,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoR$ 2.8112,8%

Quanto custou cada voto: prefeito, Cachoeirinha (TO), 2008

Messias: R$ 188 por voto (mediana da disputa, R$ 76,1). Quem venceu, Zelio, gastou R$ 43,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 188; o mais barato, R$ 43,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Messias. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Messias PTR$ 100 mil · 530 votosR$ 188
  • Maria Nunes DEMR$ 24 mil · 315 votosR$ 76,1
  • Zelio PLR$ 32 mil · 732 votosR$ 43,6

Votos por real

  • 2008, prefeito: 5,3 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.