Apuração
Deputado estadual · 2010 · PT

Mazinho do Pt

Josimar de Souza Lira · nasceu em 1968

Mazinho do Pt disputou uma eleição, em 2010, para deputado estadual (Pará), pelo PT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPT2010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 41 anos, superior completo, agente administrativo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Pará
    PT 13011· centro-esquerda
    suplente2.749 votos; 181º mais votado de 460 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Mazinho do Pt teve 2.749 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 181º lugar entre 460 candidatos.

Recebeu votos em 75 cidades. Xinguara deu 60,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,4%.

2.749 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 2.749 votos.
  1. Xinguara (PA)1.675 votos60,9%
  2. São Félix do Xingu (PA)160 votos5,8%
  3. Floresta do Araguaia (PA)130 votos4,7%
  4. Conceição do Araguaia (PA)100 votos3,6%
  5. Pau D'arco (PA)94 votos3,4%
  6. Outras 60 cidades155 votos5,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Mazinho do Pt declarou R$ 298 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará.

R$ 298 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 120.500 na declaração)

Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Pará em 2010.

  • Mazinho do PtR$ 298 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 108,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 298 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Mazinho do Pt declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Deputado estadual · Pará · PT · suplente

De onde veio

R$ 35,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 35,7 mil.
  1. Outros candidatosTudo de Paulo Roberto Galvão Da RochaR$ 22,7 mil63,7%
  2. Próprio bolsoR$ 12,9 mil36,3%

Para onde foi

R$ 35,7 mil
O maior gasto foi com outros: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 35,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosTudo de Paulo Roberto Galvão Da RochaR$ 22,7 mil63,7%
  2. EscritórioR$ 2< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Pará, 2010

Mediana da disputa: R$ 29,3 por voto. Quem venceu, Bordalo, gastou R$ 13,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 176; o mais barato, R$ 13,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 77 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.