Max Bar
Isnaldo Max Pereira de Sá · nasceu em 1988
Max Bar disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Padre Paraíso (MG)), pelo PP: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 28 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Max Bar declarou R$ 269,7 mil em bens, em reais de hoje: 9,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 9,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Max BarR$ 269,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Max Bar declarou ao TSE R$ 2,9 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Padre Paraíso (MG) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.65257,1%
- Próprio bolsoR$ 1.14539,6%
- Outros candidatosR$ 973,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.87864,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 68823,8%
- TransporteR$ 29110,1%
- EscritórioR$ 361,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Padre Paraíso (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 21 por voto. Quem venceu, Guidoni, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 123; o mais barato, R$ 11,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Gomes PTR$ 5,2 mil · 42 votosR$ 123
- Miguel Do Choro PSCR$ 4,4 mil · 40 votosR$ 109
- Edgar De Dona Dina PLR$ 5 mil · 147 votosR$ 33,7
- Diquinho MDBR$ 9,3 mil · 286 votosR$ 32,6
- Raimundo DEMR$ 10 mil · 335 votosR$ 31
- Magela A Mulher Do Leite DEMR$ 4,1 mil · 180 votosR$ 22,9
- Viana SOLIDARIEDADER$ 4,5 mil · 214 votosR$ 21
- Leo Veiga PROSR$ 4,8 mil · 248 votosR$ 19,3
- Bananinha PLR$ 6,6 mil · 347 votosR$ 19
- Joel Caires DEMR$ 4,2 mil · 220 votosR$ 18,9
- Van De Antônio De Cândida PTR$ 4,8 mil · 281 votosR$ 17,1
- Guidoni AGIRR$ 4,1 mil · 361 votosR$ 11,5
Votos por real
- 2016, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.