Apuração
Vereador · 2020 · PL

Diquinho

Neidimar Pereira de Souza · nasceu em 1968

Diquinho se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,36← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB2012MDB2016MDB2020PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2012 e 2016.

Passou por 2 partidos: MDB (2004–2016), PL (2020).

VereadorPartidoMDBPL’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PL 22615· direita
    suplente208 votos
  2. 2016
    MDB 15615· centro-direita
    eleito286 votos
  3. 2012
    MDB 15615· centro-direita· na urna, Diquinha
    eleito272 votos
  4. 2008
    MDB 15615· centro
    suplente266 votos
  5. 2004
    MDB 15615· centro· na urna, Diquinha
    eleito302 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Diquinho declarou R$ 344,8 mil em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 213,3 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 344,8 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 240.000 na declaração)

Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • DiquinhoR$ 344,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 344,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Diquinho declarou ao TSE R$ 62 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 22 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Padre Paraíso (MG) · PL · suplente

De onde veio

R$ 10,7 mil
0% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,7 mil.
  1. PessoasR$ 8.02474,7%
  2. Próprio bolsoR$ 1.69815,8%
  3. Outros candidatosR$ 1.0199,5%

Para onde foi

R$ 9.722
O maior gasto foi com pessoal: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.722.
  1. PessoalR$ 4.98251,2%
  2. Material impressoR$ 4.45845,9%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 2832,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Padre Paraíso (MG), 2020

Diquinho: R$ 46,7 por voto (mediana da disputa, R$ 8,91). Quem venceu, Rafa Da Ambulância, gastou R$ 2,23 por voto. O voto mais caro custou R$ 46,7; o mais barato, R$ 2,23.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Diquinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.