Apuração
Deputado estadual · 2022 · PSB

Mauro Brum

Ilson Mauro da Silva Brum · nasceu em 1964

Mauro Brum se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2022, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSB+0,03← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2006CIDADANIA2008MDB2012PP2016MDB2020PSB2022PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 5 partidos: PL (2004), CIDADANIA (2006), MDB (2008), PP (2012), MDB (2016), PSB (2020–2022).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPLCIDADANIAMDBPPMDBPSB’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2022: 58 anos, até o fundamental, empresário, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020, parda em 2022. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PSB 40631· centro-esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2020
    Vereador · Uruguaiana (RS)
    PSB 40631· centro-esquerda
    suplente
  3. 2016
    Prefeito · Uruguaiana (RS)
    MDB 15· centro-direita
    não eleito6.823 votos, 15,2%
  4. 2012
    Prefeito · Uruguaiana (RS)
    PP 11· direita
    não eleito15.780 votos, 23,4%
  5. 2008
    Vereador · Uruguaiana (RS)
    MDB 15631· centro
    eleito1.756 votos
  6. 2006
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    CIDADANIA 2331· centro
    suplente7.047 votos; 108º mais votado de 279 no estado
  7. 2004
    Vereador · Uruguaiana (RS)
    PL 22631· direita
    eleito1.294 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Mauro Brum teve 7.047 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 108º lugar entre 279 candidatos.

Recebeu votos em 87 cidades. Uruguaiana deu 92,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,4%.

7.047 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 7.047 votos.
  1. Uruguaiana (RS)6.548 votos92,9%
  2. Porto Alegre (RS)87 votos1,2%
  3. Santo Ângelo (RS)62 votos0,9%
  4. Três Cachoeiras (RS)31 votos0,4%
  5. Barra do Quaraí (RS)18 votos0,3%
  6. Outras 72 cidades186 votos2,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Mauro Brum declarou R$ 397,5 mil em bens, em reais de hoje: 3,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2022, o total subiu R$ 160,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 397,5 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 330.000 na declaração)

Declarou 3,6 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Rio Grande do Sul em 2022.

  • Mauro BrumR$ 397,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 110,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 800,8 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 397,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Mauro Brum declarou ao TSE R$ 1,2 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 594 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Uruguaiana (RS) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 37,8 mil
0% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 37,8 mil.
  1. PessoasR$ 30,8 mil81,6%
  2. Próprio bolsoR$ 6.93418,4%

Para onde foi

R$ 34,9 mil
O maior gasto foi com pessoal: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 34,9 mil.
  1. PessoalR$ 15,5 mil44,3%
  2. Material impressoR$ 10,3 mil29,5%
  3. TransporteR$ 5.36815,4%
  4. ServiçosR$ 2.2456,4%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 1.4154,1%
  6. EscritórioR$ 990,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Uruguaiana (RS), 2020

Mauro Brum: R$ 60,7 por voto (mediana da disputa, R$ 28,6). Quem venceu, Juca Da Lavagem, gastou R$ 14,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 196; o mais barato, R$ 11,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Mauro Brum. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 18 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 27 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.