Mateus Magalhaes
nasceu em 1957
Mateus Magalhaes se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSL (2008), DEM (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, ensino médio, cor parda. A cor declarada mudou: amarela em 2014, parda em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · Mato GrossoDEM 25100· direita· na urna, Mateus Magalhãessuplente396 votos; 155º mais votado de 292 no estado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Mateus Magalhaes teve 396 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 155º lugar entre 292 candidatos.
Recebeu votos em 22 cidades. Várzea Grande deu 79,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2014, Mateus Magalhaes declarou R$ 48,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2014, o total caiu R$ 229,2 mil, já descontada a inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 42% da mediana dos candidatos a deputado estadual em Mato Grosso em 2014.
- Mateus MagalhaesR$ 48,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 116,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,9 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Mateus Magalhaes declarou ao TSE R$ 222 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 172 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Várzea Grande (MT) · DEM · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 8.09662,7%
- Outros candidatosR$ 3.03023,5%
- PessoasR$ 1.78113,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 11,1 mil86,2%
- ServiçosR$ 9727,5%
- TransporteR$ 8106,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Várzea Grande (MT), 2016
Mediana da disputa: R$ 63,6 por voto. Quem venceu, Fabinho, gastou R$ 26,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 108; o mais barato, R$ 26,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Prof. Gilmar Do Sintep PTR$ 77 mil · 707 votosR$ 108
- Miguel Baracat PSCR$ 101 mil · 1.102 votosR$ 91,9
- Dr Carlos Garcia PSBR$ 104 mil · 1.409 votosR$ 73,8
- Rogerinho Da Dakar PVR$ 104 mil · 1.477 votosR$ 70,4
- Ademar Jajah PSDBR$ 170 mil · 2.436 votosR$ 69,8
- Rodrigo Coelho PTBR$ 115 mil · 1.754 votosR$ 65,6
- Dr. Miguel PSDBR$ 89 mil · 1.398 votosR$ 63,6
- Joãozito DEMR$ 95 mil · 1.911 votosR$ 49,7
- Rosy Prado DEMR$ 69 mil · 1.470 votosR$ 47,1
- Carlino Neto PVR$ 111 mil · 2.371 votosR$ 46,7
- Jânio Calistro PSDR$ 101 mil · 3.658 votosR$ 27,7
- Fabinho DEMR$ 78 mil · 2.942 votosR$ 26,4
Votos por real
- 2016, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 2,3 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 93 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.