Prof. Gilmar Soares
Gilmar Soares Ferreira · nasceu em 1968
Prof. Gilmar Soares se candidatou em 4 eleições, de 2014 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2018, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 20181º suplente de senador · Mato GrossoPT 654· esquerda· na urna, Professor Gilmar SoaresNa chapa de Professora Maria Luciachapa não eleita172.259 votos da chapa
- 2016
- 2014Deputado estadual · Mato GrossoPT 13013· centro-esquerda· na urna, Prof. Gilmarsuplente8.624 votos; 55º mais votado de 292 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Prof. Gilmar Soares teve 8.624 votos para deputado estadual, 0,6% dos votos válidos do estado: 55º lugar entre 292 candidatos.
Recebeu votos em 136 cidades. Várzea Grande deu 15,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 63,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Prof. Gilmar Soares declarou R$ 215,5 mil em bens, em reais de hoje: 3,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2014 e 2020.
Declarou 3,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2020.
- Prof. Gilmar SoaresR$ 215,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 58,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 208,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Prof. Gilmar Soares declarou ao TSE R$ 348 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 251 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Várzea Grande (MT) · PT · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 21,5 mil94,2%
- Fundo partidárioR$ 1.1945,2%
- PessoasR$ 1420,6%
Para onde foi
- PessoalR$ 13,6 mil74,6%
- OutrosR$ 3.46919%
- InternetR$ 1.1326,2%
- EscritórioR$ 340,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Várzea Grande (MT), 2020
Mediana da disputa: R$ 91,7 por voto. Quem venceu, Fabinho, gastou R$ 21,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 3.442; o mais barato, R$ 21,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mathias PSDR$ 127 mil · 37 votosR$ 3.442
- Dr Jose Carlos DEMR$ 86 mil · 452 votosR$ 190
- Davi Rocha PDTR$ 99 mil · 581 votosR$ 170
- Dr. Miguel PLR$ 87 mil · 567 votosR$ 153
- Mirian Pinheiro PTBR$ 131 mil · 1.056 votosR$ 124
- Nicinha PSDBR$ 85 mil · 847 votosR$ 100
- Professora Eucaris Arruda MDBR$ 99 mil · 1.079 votosR$ 91,7
- Rogerinho Dakar PSDBR$ 100 mil · 1.229 votosR$ 81,4
- Gordo Goiano PTBR$ 79 mil · 1.293 votosR$ 61,4
- Jero Neto MDBR$ 61 mil · 1.405 votosR$ 43,5
- Rosy Prado DEMR$ 68 mil · 2.427 votosR$ 28
- Fabinho DEMR$ 83 mil · 3.828 votosR$ 21,7
Votos por real
- 2020, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 9,2 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 34 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.