Apuração
Vereador · 2008 · PSC

Marquinhos Satiro

Marcos Antonio Rodrigues Satiro · nasceu em 1978

Marquinhos Satiro disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Astolfo Dutra (MG)), pelo PSC: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,40← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSC2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 29 anos, ensino médio, vendedor pracista, representante, caixeiro-viajante e assemelhados. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Astolfo Dutra (MG)
    PSC 20322· direita
    não eleito291 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Marquinhos Satiro declarou R$ 105,2 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 105,2 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 39.000 na declaração)

Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • Marquinhos SatiroR$ 105,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 105,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Marquinhos Satiro declarou ao TSE R$ 3,8 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Astolfo Dutra (MG) · PSC · não eleito

De onde veio

R$ 3.751
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.751.
  1. Próprio bolsoR$ 3.50793,5%
  2. Outros candidatosR$ 2446,5%

Para onde foi

R$ 3.751
O maior gasto foi com material impresso: 92% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.751.
  1. Material impressoR$ 3.45492,1%
  2. OutrosR$ 2446,5%
  3. TransporteR$ 541,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Astolfo Dutra (MG), 2008

Marquinhos Satiro: R$ 12,9 por voto (mediana da disputa, R$ 12,9). Quem venceu, Cacá, gastou R$ 4,15 por voto. O voto mais caro custou R$ 76; o mais barato, R$ 4,15.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marquinhos Satiro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Dalmo Benevenuto PTR$ 2,4 mil · 32 votosR$ 76
  • Bebeto PSCR$ 2,8 mil · 77 votosR$ 36
  • Cabo Vânio MDBR$ 1,7 mil · 60 votosR$ 27,7
  • Zé Bidu PLR$ 6,5 mil · 362 votosR$ 17,9
  • Paraíba MDBR$ 5,1 mil · 294 votosR$ 17,2
  • Helinho MDBR$ 1,6 mil · 120 votosR$ 13,3
  • Marquinhos Satiro PSCR$ 3,8 mil · 291 votosR$ 12,9
  • Wesley Do Zé Da Venda PLR$ 3,5 mil · 362 votosR$ 9,56
  • Reginaldo Cebolinha PSBR$ 2 mil · 262 votosR$ 7,46
  • Tõe Coróia CIDADANIAR$ 2 mil · 296 votosR$ 6,71
  • Panama CIDADANIAR$ 2,9 mil · 443 votosR$ 6,45
  • Cacá PSDBR$ 2,3 mil · 546 votosR$ 4,15

Votos por real

  • 2008, vereador: 78 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.