Apuração
Deputado estadual · 2018 · MDB

Marquinhos Madeira

Marcos José Dias Viana Filho · nasceu em 1985

Marquinhos Madeira se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2018, e foi eleito em 2.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB−0,02← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PT2014PT2018MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2018 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2010 e 2014.

Passou por 2 partidos: PT (2010–2014), MDB (2018).

Dep. estadualPartidoPTMDB20102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2018: 32 anos, ensino médio, deputado, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Alagoas
    MDB 15444· direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2014
    Deputado estadual · Alagoas
    PT 13123· centro-esquerda
    eleito26.797 votos; 20º mais votado de 262 no estado
  3. 2010
    Deputado estadual · Alagoas
    PT 13123· centro-esquerda
    eleito18.897 votos; 28º mais votado de 264 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Marquinhos Madeira teve 26.797 votos para deputado estadual, 1,9% dos votos válidos do estado: 20º lugar entre 262 candidatos.

Recebeu votos em 91 cidades. Maragogi deu 16,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 74,5%.

26.797 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 26.797 votos.
  1. Maragogi (AL)4.299 votos16%
  2. União dos Palmares (AL)2.712 votos10,1%
  3. Maceió (AL)2.688 votos10%
  4. Capela (AL)1.415 votos5,3%
  5. São Luís do Quitunde (AL)969 votos3,6%
  6. Outras 76 cidades6.831 votos25,5%
As outras 1 eleições para deputado
18.897 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 18.897 votos.
  1. Maceió (AL)4.393 votos23,2%
  2. Maragogi (AL)4.012 votos21,2%
  3. Jacuípe (AL)930 votos4,9%
  4. Matriz de Camaragibe (AL)865 votos4,6%
  5. São José da Laje (AL)840 votos4,4%
  6. Outras 75 cidades3.144 votos16,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Marquinhos Madeira declarou R$ 230,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2018, o total caiu R$ 425,2 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 230,1 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 151.200 na declaração)

Mais da metade (58%) dos candidatos a deputado estadual em Alagoas não declarou nenhum bem em 2018.

Cada quadrado é 1% de R$ 230,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Marquinhos Madeira declarou ao TSE R$ 1,3 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 922 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 25 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · Alagoas · PT · eleito

De onde veio

R$ 921,7 mil
0% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 921,7 mil.
  1. PartidoTudo de Partido Do Movimento Democratico Brasileiro - Pmdb - DiretorioR$ 576 mil62,5%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2014 Mauricio Quintella Malta Lessa Deputado FederalR$ 288 mil31,2%
  3. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 57,7 mil6,3%

Para onde foi

R$ 921,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 921,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 113,3 mil12,3%
  2. Pessoal36 pessoas, não nomeadasR$ 54,4 mil5,9%
  3. EventosR$ 43,8 mil4,7%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 4.8000,5%
  5. EscritórioR$ 125< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Alagoas, 2014

Marquinhos Madeira: R$ 34,4 por voto (mediana da disputa, R$ 34,4). Quem venceu, Jairzinho Lira, gastou R$ 12,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 123; o mais barato, R$ 12,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marquinhos Madeira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 29 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 51 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.