Apuração
Prefeito · 2012 · CIDADANIA

Marquinhos

Marcos Tadeu Andrade Casarin · nasceu em 1956

Marquinhos disputou uma eleição, em 2012, para prefeito (Divinésia (MG)), pelo CIDADANIA: não eleito.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA0,00← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoCIDADANIA2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 55 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público). O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Prefeito · Divinésia (MG)
    CIDADANIA 23· centro
    não eleito1.267 votos, 41,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Marquinhos declarou R$ 3,7 mi em bens, em reais de hoje: 7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 3,7 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.668.500 na declaração)

Declarou 7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2012.

  • MarquinhosR$ 3,7 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 521,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 622,3 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 3,7 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. 17 Vagas de garagem em juiz de fora/mgR$ 1,9 mi
    Outros bens imóveis
  2. Valor em poder do declaranteR$ 756 mil
    Dinheiro em espécie
  3. Fracao ideal de 01 apartamentoR$ 394,4 mil
    Apartamento
  4. Fracao ideal de 01 apartamento n. 1801R$ 394,4 mil
    Apartamento
  5. Vaga de garagem em juiz de fora/mgR$ 109,6 mil
    Outros bens imóveis
  6. Vaga de garagem N.16 em juiz de fora/mgR$ 109,6 mil
    Outros bens imóveis
  7. Cotas de capital da empresa drogamila LTDAR$ 16,4 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  8. Cotas de capital da empresa drogaria casarin LTDAR$ 13,1 mil
    Quotas ou quinhões de capital

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Marquinhos declarou ao TSE R$ 93 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Prefeito · Divinésia (MG) · CIDADANIA · não eleito

De onde veio

R$ 93,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 63 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 93,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 31 mil33,2%
  2. Pessoas63 pessoas, não nomeadasR$ 27,4 mil29,3%

Para onde foi

R$ 93,3 mil
O maior gasto foi com transporte: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 93,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 4.5704,9%
  2. PessoalR$ 3.2493,5%
  3. OutrosR$ 1.6091,7%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 6500,7%

Quanto custou cada voto: prefeito, Divinésia (MG), 2012

Marquinhos: R$ 73,6 por voto (mediana da disputa, R$ 73,6). Quem venceu, Antonio Geraldo, gastou R$ 83,3 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marquinhos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 14 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.