Apuração
Vereador · 2016 · PSD

Marquinho Pagliuco

Marcos Roberto Pagliuco · nasceu em 1972

Marquinho Pagliuco se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSD−0,04← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PT2014PT2016PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PT (2008–2014), PSD (2016).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPTPSD20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, superior completo, farmacêutico, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Embaúba (SP)
    PSD 55623· direita
    suplente67 votos
  2. 2014
    Deputado estadual · São Paulo
    PT 13623· centro-esquerda
    suplente1.795 votos; 675º mais votado de 1.878 no estado
  3. 2008
    Prefeito · Embaúba (SP)
    PT 13· centro-esquerda· na urna, Marquinho da Farmácia
    não eleito203 votos, 10,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Marquinho Pagliuco teve 1.795 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 675º lugar entre 1.878 candidatos.

Recebeu votos em 160 cidades. Embaúba deu 18,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 69,3%.

1.795 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.795 votos.
  1. Embaúba (SP)324 votos18,1%
  2. Catanduva (SP)155 votos8,6%
  3. São José do Rio Preto (SP)143 votos8%
  4. Paraíso (SP)118 votos6,6%
  5. São Bernardo do Campo (SP)107 votos6%
  6. Outras 145 cidades551 votos30,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Marquinho Pagliuco declarou R$ 149,7 mil em bens, em reais de hoje: 6,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 28,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 149,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 92.145 na declaração)

Declarou 6,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Marquinho PagliucoR$ 149,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 149,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. 50% Imovel residencial na cidade de embaúbaR$ 43,1 mil
    Casa
  2. Credito referente a alienação de veiculo mb/m.benz 1114R$ 35,7 mil
    Crédito decorrente de alienação
  3. 50% Imovel residencial na cidade de embaubaR$ 31,7 mil
    Casa
  4. 100% Capital social da empresa marcos roberto pagliuco MER$ 24,4 mil
    Outras participações societárias
  5. 50% Imovel residencial na cida de paraisoR$ 8.864
    Casa
  6. 100% Capital social da empresa marcos roberto pagliuco MER$ 3.249
    Outras participações societárias
  7. Banco bradescoR$ 2.741
    Caderneta de poupança
  8. Banco bradescoR$ 3
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Marquinho Pagliuco declarou ao TSE R$ 419 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 402 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Embaúba (SP) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 9.037
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.037.
  1. PessoasR$ 5.45060,3%
  2. Próprio bolsoR$ 3.48138,5%
  3. Outros candidatosR$ 1051,2%

Para onde foi

R$ 9.037
O maior gasto foi com material impresso: 36% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.037.
  1. Material impressoR$ 3.23035,7%
  2. TransporteR$ 2.10523,3%
  3. PessoalR$ 1.61917,9%
  4. ServiçosR$ 1.05211,6%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 97210,8%
  6. EscritórioR$ 580,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Embaúba (SP), 2016

Marquinho Pagliuco: R$ 135 por voto (mediana da disputa, R$ 55). Quem venceu, Grão, gastou R$ 50,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 492; o mais barato, R$ 18,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marquinho Pagliuco. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 7,4 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 4,5 votos por R$ 1.000, 8% da mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 26 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.