Marquinho Clementino
Marcos Vinicius Pereira · nasceu em 1967
Marquinho Clementino se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PSL (2012), PROS (2016), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marquinho Clementino declarou R$ 430,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 299,5 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2020.
- Marquinho ClementinoR$ 430,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 433,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 544,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marquinho Clementino declarou ao TSE R$ 761 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 433 mil, 24% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Divinópolis (MG) · REPUBLICANOS · não eleito
De onde veio
- Pessoas10 pessoas, não nomeadasR$ 96,3 mil32,2%
Para onde foi
- EscritórioR$ 5.8732,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Divinópolis (MG), 2020
Marquinho Clementino: R$ 47,7 por voto (mediana da disputa, R$ 25). Quem venceu, Gleidson Azevedo, gastou R$ 2,14 por voto. O voto mais caro custou R$ 291; o mais barato, R$ 2,14.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marquinho Clementino. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Iris Moreira PSDR$ 268 mil · 922 votosR$ 291
- Professora Maria Helena PTR$ 193 mil · 2.717 votosR$ 71,1
- Sargento Elton PATRIOTAR$ 308 mil · 5.489 votosR$ 56
- Marquinho Clementino REPUBLICANOSR$ 282 mil · 5.913 votosR$ 47,7
- Will Bueno PPR$ 81 mil · 3.235 votosR$ 25
- Galileu MDBR$ 94 mil · 4.674 votosR$ 20,2
- Fabiano Tolentino CIDADANIAR$ 573 mil · 29.391 votosR$ 19,5
- Laiz SOLIDARIEDADER$ 329 mil · 21.514 votosR$ 15,3
- Gleidson Azevedo PSCR$ 83 mil · 38.566 votosR$ 2,14
Votos por real
- 2020, prefeito: 21 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 79 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 108 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.