Apuração
Prefeito · 2008 · DEM

Marquim Ferreira

Marcus Antônio Ferreira · nasceu em 1969

Marquim Ferreira disputou uma eleição, em 2008, para prefeito (Turvelândia (GO)), pelo DEM: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoDEM2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 39 anos, ensino médio, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Prefeito · Turvelândia (GO)
    DEM 25· direita
    não eleito185 votos, 5,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Marquim Ferreira declarou R$ 674,1 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 674,1 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 250.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Goiás em 2008.

  • Marquim FerreiraR$ 674,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 672,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 772,5 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 674,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Marquim Ferreira declarou ao TSE R$ 84 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Prefeito · Turvelândia (GO) · DEM · não eleito

De onde veio

R$ 83,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 83,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 23,6 mil28,2%
  2. Próprio bolsoR$ 18,2 mil21,8%
  3. Outros candidatosTudo de Juscelino Antônio De FreitasR$ 7.4979%

Para onde foi

R$ 83,5 mil
O maior gasto foi com outros: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 83,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 17,9 mil21,4%
  2. TransporteTudo de Freitas Matos & Molinari Ltda. - Auto Posto AméricaR$ 17,1 mil20,5%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 7230,9%
  4. EscritórioR$ 2120,3%

Quanto custou cada voto: prefeito, Turvelândia (GO), 2008

Marquim Ferreira: R$ 452 por voto (mediana da disputa, R$ 145). Quem venceu, Ailton Minervino, gastou R$ 145 por voto. O voto mais caro custou R$ 452; o mais barato, R$ 109.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marquim Ferreira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 2,2 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.