Apuração
Vereadora · 2020 · PDT

Marly do Povo

Marly das Graças Alves e Silva · nasceu em 1952

Marly do Povo se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleita em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,22← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PDT2016PDT2020PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012.

Sempre pelo PDT.

VereadoraPartidoPDT20122014201620182020
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 68 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereadora · Montes Claros (MG)
    PDT 12369· centro-esquerda
    suplente
  2. 2016
    Vereadora · Montes Claros (MG)
    PDT 12369· centro-esquerda
    suplente
  3. 2012
    Vereadora · Montes Claros (MG)
    PDT 12369· centro-esquerda· na urna, Marly
    eleita2.526 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Marly do Povo declarou R$ 188,4 mil em bens, em reais de hoje: 8,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 175,8 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 188,4 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 131.151 na declaração)

Declarou 8,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Marly do PovoR$ 188,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 188,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. VGBLR$ 123,2 mil
    Previdência VGBL
  2. Carro Hb20 2013R$ 43,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Bacarracão na rua da grutaR$ 15 mil
    Construção
  4. Moto ano 2008R$ 4.309
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Poupança Banco do BrasilR$ 2.775
    Caderneta de poupança
  6. Conta CorrenteR$ 24
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Marly do Povo declarou ao TSE R$ 48 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 26 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereadora · Montes Claros (MG) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 3.600
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 3.705
O maior gasto foi com material impresso: 97% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.705.
  1. Material impressoR$ 3.59797,1%
  2. EscritórioR$ 1082,9%

Quanto custou cada voto: vereadora, Montes Claros (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 68,5 por voto. Quem venceu, Marcos Nem, gastou R$ 29,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.943; o mais barato, R$ 29,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Maria Luiza Sampaio PPR$ 54 mil · 28 votosR$ 1.943
  • Juliana Câmara PODER$ 148 mil · 313 votosR$ 474
  • Vicky AVANTER$ 60 mil · 164 votosR$ 365
  • Gabrielle Mourão AVANTER$ 58 mil · 243 votosR$ 238
  • Claudia Rocha PSLR$ 82 mil · 651 votosR$ 127
  • Raquel Muniz AVANTER$ 150 mil · 1.285 votosR$ 117
  • Gildeon Duraes PSLR$ 107 mil · 1.563 votosR$ 68,5
  • Tenente Alan Cardek PSLR$ 59 mil · 1.245 votosR$ 47,3
  • Graça Da Casa Do Motor PSLR$ 142 mil · 3.104 votosR$ 45,7
  • Pc Landim REPUBLICANOSR$ 57 mil · 1.325 votosR$ 42,7
  • Maria Helena Lopes MDBR$ 102 mil · 3.296 votosR$ 31,1
  • Marcos Nem PSCR$ 61 mil · 2.058 votosR$ 29,6

Votos por real

  • 2020, vereadora: 190 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereadora: 57 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
  • 2012, vereadora: 135 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.