Apuração
Vereador · 2024 · DEMOCRATA

Tenente Alan Cardek

Alan Cardek Luiz da Silva · nasceu em 1967

Tenente Alan Cardek se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEMOCRATA+0,50← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2016PHS2020PSL2022PRTB2024DEMOCRATA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 5 partidos: PP (2004), PHS (2016), PSL (2020), PRTB (2022), DEMOCRATA (2024).

Dep. estadualVereadorPartidoPPPHSPSLPRTBDEMOCRATA’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 57 anos, superior completo, policial militar, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2022. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Montes Claros (MG)
    DEMOCRATA 35555· direita
    não eleito
  2. 2022
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PRTB 28888· direita
    não eleito5.713 votos; 289º mais votado de 1.353 no estado
  3. 2020
    Vereador · Montes Claros (MG)
    PSL 17111· direita
    suplente
  4. 2016
    Vereador · Montes Claros (MG)
    PHS 31111· centro-direita
    suplente1.590 votos
  5. 2004
    Vereador · Montes Claros (MG)
    PP 11644· direita· na urna, Tenente Cardek
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Tenente Alan Cardek teve 5.713 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 289º lugar entre 1.353 candidatos.

Recebeu votos em 430 cidades. Montes Claros deu 28,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 50,4%.

5.713 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 5.713 votos.
  1. Montes Claros (MG)1.639 votos28,7%
  2. Belo Horizonte (MG)234 votos4,1%
  3. Bocaiúva (MG)106 votos1,9%
  4. Capitão Enéas (MG)100 votos1,8%
  5. Francisco Sá (MG)95 votos1,7%
  6. Outras 415 cidades2.836 votos49,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Tenente Alan Cardek declarou R$ 93,4 mil em bens, em reais de hoje: 4,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 39,8 mil acima da inflação.

Em 2024, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 2.500.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 93,4 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 65.000 na declaração)

Declarou 4,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Tenente Alan CardekR$ 93,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 93,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Tenente Alan Cardek declarou ao TSE R$ 140 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 64 mil, 44% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado estadual · Minas Gerais · PRTB · não eleito

De onde veio

R$ 53 mil
30% veio de fundos públicos; 44 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 53 mil.
  1. PartidoTudo de Partido Renovador Trabalhista Brasileiro - Minas Gerais - Mg - EstadualR$ 22,1 mil41,8%
  2. Fundo eleitoralTudo de Partido Renovador Trabalhista Brasileiro - Minas Gerais - Mg - EstadualR$ 15 mil28,3%
  3. Pessoas44 pessoas, não nomeadasR$ 9.02417%
  4. Outros candidatosTudo de Eleicao 2022 Renato Pinto Cartafina Deputado FederalR$ 6.00511,3%
  5. Fundo partidárioR$ 8411,6%

Para onde foi

R$ 13,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 58% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal10 pessoas, não nomeadasR$ 5.43640%
  2. TransporteR$ 1140,8%
  3. OutrosR$ 970,7%
  4. EscritórioR$ 6< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2022

Mediana da disputa: R$ 30,8 por voto. Quem venceu, Cassio Soares, gastou R$ 9,33 por voto. O voto mais caro custou R$ 541; o mais barato, R$ 9,33.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado estadual: 421 votos por R$ 1.000, 13 vezes a mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.