Marly de Biró
Marly Barbosa da Silva · nasceu em 1965
Marly de Biró se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleita em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: MDB (2004), PTB (2008–2012), PSB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marly de Biró declarou R$ 430,9 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2020.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Marly de Biró declarou ao TSE R$ 46 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereadora: R$ 14 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Lagoa de Itaenga (PE) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Lagoa de Itaenga (PE), 2020
Marly De Biró: R$ 38,7 por voto (mediana da disputa, R$ 30). Quem venceu, Orlando Na Saúde, gastou R$ 20,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 151; o mais barato, R$ 20,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marly De Biró. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Demetrio Bolsonaro PODER$ 11 mil · 75 votosR$ 151
- Inácio Felix PSBR$ 14 mil · 279 votosR$ 49,6
- Marly De Biró PSBR$ 14 mil · 365 votosR$ 38,7
- Jarle Filho Da Prof Edvânia PSBR$ 15 mil · 426 votosR$ 35
- Clécio Do Moinho PSBR$ 14 mil · 412 votosR$ 33,4
- Beto Agripino PODER$ 17 mil · 553 votosR$ 30,6
- Dr Rodrigo PODER$ 14 mil · 472 votosR$ 30
- Edilson Oliveira PSBR$ 11 mil · 454 votosR$ 24,9
- Cunha Do Banco PSBR$ 11 mil · 483 votosR$ 23,4
- Dr Napoleão PSBR$ 14 mil · 672 votosR$ 20,8
- Professor Dorgival PODER$ 14 mil · 686 votosR$ 20,3
- Orlando Na Saúde PSBR$ 13 mil · 627 votosR$ 20,2
Votos por real
- 2020, vereadora: 26 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 75 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 129 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 51 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.