Marlon Costa
Marlon Costa Oliveira · nasceu em 1987
Marlon Costa se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 4.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2016, 2020 e 2024.
Passou por 3 partidos: PTB (2008–2012), PRTB (2016), PSD (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 37 anos, ensino médio, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Marlon Costa declarou R$ 106,1 mil em bens, em reais de hoje: 6,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 79,2 mil acima da inflação.
Declarou 6,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2024.
- Marlon CostaR$ 106,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 58 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Conta correnteR$ 89,6 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Participação socientariaR$ 11 milQuotas ou quinhões de capital
- Dinheiro em especieR$ 2.831Dinheiro em espécie
- Conta correnteR$ 2.634Renda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Marlon Costa declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 9,7 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Patos do Piauí (PI) · PSD · eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 4.29685,2%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2024 Joaquim Lopes Dos Reis Neto PrefeitoR$ 74414,8%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Pedro Brito NetoR$ 1.43372,4%
- Rádio, TV e vídeoTudo de Michel Rodrigues Pimentel 03161151348R$ 54727,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Patos do Piauí (PI), 2024
Marlon Costa: R$ 3,65 por voto (mediana da disputa, R$ 3,74). Quem venceu, Cornelio Edmundo, gastou R$ 0,80 por voto. O voto mais caro custou R$ 79,2; o mais barato, R$ 0,80.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marlon Costa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ana Keila PSDR$ 396 · 5 votosR$ 79,2
- Mayanne Barros PSDR$ 396 · 8 votosR$ 49,5
- Isaias PTR$ 197 · 8 votosR$ 24,6
- Marlene PTR$ 197 · 10 votosR$ 19,7
- Helin PTR$ 1,6 mil · 182 votosR$ 9,00
- Wilson Vieira PSDR$ 2,2 mil · 307 votosR$ 7,27
- Sarrika PSDR$ 1,5 mil · 395 votosR$ 3,74
- Marlon Costa PSDR$ 2 mil · 542 votosR$ 3,65
- Zé De Bernardo PSDR$ 1,3 mil · 568 votosR$ 2,31
- Tonhão PSDR$ 437 · 280 votosR$ 1,56
- Léia De Rafinha PSDR$ 232 · 236 votosR$ 0,98
- Cornelio Edmundo PSDR$ 265 · 331 votosR$ 0,80
Votos por real
- 2024, vereador: 274 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 242 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 53 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.