Marlise Rodrigues
nasceu em 1953
Marlise Rodrigues se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marlise Rodrigues declarou R$ 110 mil em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 16,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Marlise RodriguesR$ 110 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa residencial c 135M²R$ 87 milCasa
- 50% Cota capital empresa R2R$ 16,2 milQuotas ou quinhões de capital
- Dinheiro em espécieR$ 5.849Dinheiro em espécie
- Banrisul n 350141210-0R$ 934Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marlise Rodrigues declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 7,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Panambi (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 1.53240,5%
- Próprio bolsoR$ 1.29534,2%
- PessoasR$ 72919,3%
- Fundo partidárioR$ 2276%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.65243,7%
- ServiçosR$ 1.13330%
- OutrosR$ 91524,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 491,3%
- EscritórioR$ 290,8%
Quanto custou cada voto: vereadora, Panambi (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 18,8 por voto. Quem venceu, Serchaple, gastou R$ 11,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 58,9; o mais barato, R$ 11,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Neri Munchen MDBR$ 11 mil · 180 votosR$ 58,9
- João Brasil MDBR$ 7,3 mil · 186 votosR$ 39,4
- Delaval PPR$ 9,6 mil · 261 votosR$ 36,6
- Daniel Carvalho Santos PPR$ 16 mil · 513 votosR$ 31
- Nara Graeff PTR$ 7,3 mil · 272 votosR$ 26,8
- Léo Almeida PPR$ 14 mil · 687 votosR$ 19,9
- Paulo Sergio PTR$ 15 mil · 787 votosR$ 18,8
- Ilmo Springer PPR$ 9,9 mil · 560 votosR$ 17,6
- Beti Souza PDTR$ 9,3 mil · 599 votosR$ 15,5
- Marlon Wink PSBR$ 8,5 mil · 655 votosR$ 13
- Ibraim Chagas PSDBR$ 9,3 mil · 800 votosR$ 11,6
- Serchaple PDTR$ 7,3 mil · 655 votosR$ 11,1
Votos por real
- 2016, vereadora: 105 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 36 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.