Apuração
Vereadora · 2016 · PP

Marli da Saúde

Marli Alves Garcia · nasceu em 1962

Marli da Saúde se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleita em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,65← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PP2016PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PP.

VereadoraPartidoPP201220142016
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, ensino médio, técnico de enfermagem e assemelhados (exceto enfermeiro), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereadora · Buri (SP)
    PP 11222· direita
    suplente
  2. 2012
    Vereadora · Buri (SP)
    PP 11111· direita
    suplente203 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Marli da Saúde declarou ao TSE R$ 9,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 5,1 mil, 10% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereadora · Buri (SP) · PP · suplente

De onde veio

R$ 5.060
10% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.060.
  1. Próprio bolsoR$ 3.77174,5%
  2. PessoasR$ 64812,8%
  3. Outros candidatosR$ 64112,7%

Para onde foi

R$ 5.060
O maior gasto foi com pessoal: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.060.
  1. PessoalR$ 3.27164,6%
  2. Material impressoR$ 72214,3%
  3. TransporteR$ 64812,8%
  4. ServiçosR$ 1943,8%
  5. EscritórioR$ 1442,8%
  6. Rádio, TV e vídeoR$ 811,6%

Quanto custou cada voto: vereadora, Buri (SP), 2016

Marli Da Saúde: R$ 42,9 por voto (mediana da disputa, R$ 37,3). Quem venceu, Naldo Do Ordo, gastou R$ 5,90 por voto. O voto mais caro custou R$ 136; o mais barato, R$ 5,90.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marli Da Saúde. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Tamir REPUBLICANOSR$ 4,9 mil · 36 votosR$ 136
  • Fatima Simao PPR$ 5,5 mil · 76 votosR$ 71,7
  • Tiago Feliz PPR$ 5,4 mil · 92 votosR$ 58,6
  • Jessé Mecânico PATRIOTAR$ 5,3 mil · 115 votosR$ 45,7
  • Neli Do Fundão REPUBLICANOSR$ 4,9 mil · 114 votosR$ 43,3
  • Marli Da Saúde PPR$ 5,1 mil · 118 votosR$ 42,9
  • Gilmar DEMR$ 19 mil · 500 votosR$ 37,3
  • Celsinho Do Mercado PDTR$ 11 mil · 424 votosR$ 25,3
  • Ronaldo Da Saúde SOLIDARIEDADER$ 5,9 mil · 389 votosR$ 15,1
  • Rafael Comeron PDTR$ 5,5 mil · 626 votosR$ 8,84
  • Chico Lopes PPR$ 5,8 mil · 718 votosR$ 8,13
  • Naldo Do Ordo PSDR$ 5,9 mil · 995 votosR$ 5,90

Votos por real

  • 2016, vereadora: 23 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
  • 2012, vereadora: 49 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.