Apuração
Prefeito · 2016 · PHS

Mario Xavier

Mario Xavier Martins · nasceu em 1956

Mario Xavier se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPHS+0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PST2004PSL2008PSL2012REPUBLICANOS2016PHS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: PST (2002), PSL (2004–2008), REPUBLICANOS (2012), PHS (2016).

Dep. estadualPrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoPSTPSLREPUBLICANOSPHS20022004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PHS 31· centro-direita
    não eleito145 votos, 0,6%
  2. 2012
    REPUBLICANOS 10123· direita· na urna, Mário Xavier
    suplente470 votos
  3. 2008
    Vice-prefeito · Nova Andradina (MS)
    PSL 11· direita
    Na chapa de Pedro Messias
    chapa não eleita606 votos da chapa, 2,6%
  4. 2004
    PSL 17· direita
    não eleito2.980 votos, 14,9%
  5. 2002
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PST 18456· centro-direita
    suplente765 votos; 119º mais votado de 210 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Mario Xavier teve 765 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 119º lugar entre 210 candidatos.

Recebeu votos em 20 cidades. Nova Andradina deu 71,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,3%.

765 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 765 votos.
  1. Nova Andradina (MS)550 votos71,9%
  2. Batayporã (MS)59 votos7,7%
  3. Fátima do Sul (MS)39 votos5,1%
  4. Campo Grande (MS)38 votos5%
  5. Ivinhema (MS)26 votos3,4%
  6. Outras 5 cidades5 votos0,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Mario Xavier declarou R$ 3,4 mi em bens, em reais de hoje: 5,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 1,4 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 200 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 3,4 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.117.000 na declaração)

Declarou 5,3 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso do Sul em 2016.

  • Mario XavierR$ 3,4 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 654,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 865,1 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 3,4 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Gado bovino - 578 cabeçasR$ 1,4 mi
    Rebanho e animais
  2. Imóvel area rural 200 has na cidade de rio verde do mato…R$ 812,3 mil
    Outros bens imóveis rural
  3. Casa residencial à rua milton modestoR$ 731,1 mil
    Casa
  4. Dinheiro em especieR$ 487,4 mil
    Dinheiro em espécie

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Mario Xavier declarou ao TSE R$ 206 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 84 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Nova Andradina (MS) · PHS · não eleito

De onde veio

R$ 45,3 mil
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 45,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 43,3 mil95,7%
  2. PessoasR$ 1.9434,3%

Para onde foi

R$ 45,3 mil
O maior gasto foi com pessoal: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 45,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal16 pessoas, não nomeadasR$ 23,8 mil52,6%
  2. ServiçosR$ 5511,2%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 4861,1%
  4. EscritórioR$ 6< 0,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Nova Andradina (MS), 2016

Mario Xavier: R$ 312 por voto (mediana da disputa, R$ 67,3). Quem venceu, Gilberto Garcia, gastou R$ 16,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 312; o mais barato, R$ 16,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Mario Xavier. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 3,2 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 5,6 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 41 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 227 votos por R$ 1.000, 5,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.