Mario Schiessl
nasceu em 1944
Mario Schiessl disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Bela Vista do Toldo (SC)), pelo MDB: não eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 60 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Mario Schiessl declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Bela Vista do Toldo (SC) · MDB · não eleito
De onde veio
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 9.93775,3%
- Próprio bolsoR$ 3.25824,7%
Para onde foi
- TransporteTudo de Auto Posto Barracão LtdaR$ 10,9 mil82,6%
- EscritórioR$ 3362,5%
Quanto custou cada voto: prefeito, Bela Vista do Toldo (SC), 2004
Mario Schiessl: R$ 7,79 por voto (mediana da disputa, R$ 13,3). Quem venceu, Adelmo Alberti, gastou R$ 15,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 15,3; o mais barato, R$ 7,79.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Mario Schiessl. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adelmo Alberti PSDBR$ 28 mil · 1.802 votosR$ 15,3
- Izaque PTR$ 4,7 mil · 349 votosR$ 13,3
- Mario Schiessl MDBR$ 13 mil · 1.693 votosR$ 7,79
Votos por real
- 2004, prefeito: 128 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.