Mario Omuro
nasceu em 1956
Mario Omuro se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: MDB (2004–2008), PSB (2012), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 60 anos, superior completo, administrador, cor amarela. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012Vice-prefeito · Peruíbe (SP)PSB 40· centro-esquerdaNa chapa de Milena Bargierichapa não eleita11.921 votos da chapa, 33,0%
- 2008
- 2006
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Mario Omuro teve 5.470 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 321º lugar entre 952 candidatos.
Recebeu votos em 178 cidades. Peruíbe deu 61,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Mario Omuro declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 3,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2016, o total subiu R$ 1,1 mi acima da inflação.
Declarou 3,2 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2016.
- Mario OmuroR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 419,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 559,7 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 10 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Hotel costãoR$ 649,9 milPrédio comercial
- 80% Cotas de capital panorama LTDAR$ 454,9 milQuotas ou quinhões de capital
- Picup bandeirantes toyota 1990R$ 81,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Garca vermelhaR$ 65 milTerreno
- GM corsa 2007R$ 40,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Wv kombi 1979R$ 19,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- CEFR$ 8.884Caderneta de poupança
- Residencial rua ubatubaR$ 3.383Casa
- SantanderR$ 2.419Caderneta de poupança
- Banco do brasilR$ 2.107Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Mario Omuro declarou ao TSE R$ 146 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 85 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Peruíbe (SP) · PSD · não eleito
De onde veio
- Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 16,5 mil85,3%
- Próprio bolsoR$ 2.83414,7%
Para onde foi
- Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 7.28637,8%
- EscritórioR$ 8104,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Peruíbe (SP), 2016
Mario Omuro: R$ 9,59 por voto (mediana da disputa, R$ 42,3). Quem venceu, Luiz Maurício, gastou R$ 19 por voto. O voto mais caro custou R$ 89; o mais barato, R$ 9,59.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Mario Omuro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Barros REPUBLICANOSR$ 220 mil · 2.468 votosR$ 89
- Alex Matos MDBR$ 405 mil · 4.883 votosR$ 83
- Nelson Do Posto PLR$ 101 mil · 1.987 votosR$ 50,8
- Emer DCR$ 330 mil · 7.815 votosR$ 42,3
- Luiz Maurício PSDBR$ 153 mil · 8.020 votosR$ 19
- Mario Omuro PSDR$ 19 mil · 2.010 votosR$ 9,59
Votos por real
- 2016, prefeito: 104 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 101 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 64 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.