Mário Nohara
Henrique Mário Nohara · nasceu em 1954
Mário Nohara se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, superior completo, odontólogo, cor amarela. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Mário Nohara declarou R$ 506,9 mil em bens, em reais de hoje: 22 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 195,6 mil acima da inflação.
Declarou 22 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Mário NoharaR$ 506,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Um imóvel residencial situado à praça bernardino de camposR$ 243,7 milCasa
- 20% De duas propriedades agrícolas situadas no sítio…R$ 130 milOutros bens imóveis rural
- Uma propriedade agrícola no bairro aliancinhaR$ 81,2 milOutros bens imóveis
- 10 Animais agropecuáriosR$ 24,4 milOutras aplicações
- Um trator soxR$ 16,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um veículo vw/gol placa CNH0218R$ 11,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Mário Nohara declarou ao TSE R$ 8,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Getulina (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.70066,7%
- Fundo partidárioR$ 42116,5%
- PessoasR$ 32412,7%
- Outros candidatosR$ 1044,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.61863,5%
- ServiçosR$ 48619,1%
- TransporteR$ 44517,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Getulina (SP), 2016
Mário Nohara: R$ 26 por voto (mediana da disputa, R$ 31,9). Quem venceu, Diguinho, gastou R$ 10,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 278; o mais barato, R$ 10,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Mário Nohara. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cidinha PPR$ 3,1 mil · 11 votosR$ 278
- Nininho Lopes MDBR$ 6,6 mil · 34 votosR$ 195
- Andréia Ratigueri Hauy PSDBR$ 2,8 mil · 21 votosR$ 133
- Toninho Empreiteiro PSDBR$ 3,3 mil · 29 votosR$ 113
- Jota PLR$ 5,1 mil · 93 votosR$ 54,9
- Fátima Bernardes PSDBR$ 4,7 mil · 119 votosR$ 39,2
- Edinedi PTBR$ 2,6 mil · 82 votosR$ 31,9
- Mário Nohara PSDBR$ 2,5 mil · 98 votosR$ 26
- Toninho Parada REPUBLICANOSR$ 3,1 mil · 154 votosR$ 20,3
- Carlito PLR$ 2,4 mil · 168 votosR$ 14,6
- Toninho Lima DEMR$ 2,7 mil · 206 votosR$ 13,3
- Diguinho PTR$ 3 mil · 279 votosR$ 10,9
Votos por real
- 2016, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 47 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 108 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.