Apuração
Vice-prefeito · 2012 · PT

Mario Lúcio

Mario Lucio Silva · nasceu em 1957

Mario Lúcio se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPT−0,10← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2012PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PL (2004), PT (2012).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPLPT20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2012, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2012: 55 anos, até o fundamental, pescador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vice-prefeito · Piranguinho (MG)
    PT 13· centro-esquerda
    Na chapa de Toninho
    chapa eleita2.829 votos da chapa, 52,7%
  2. 2004
    Vereador · Piranguinho (MG)
    PL 22124· direita· na urna, Mario Lucio
    eleito224 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Mario Lúcio declarou R$ 241 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 241 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 110.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 241 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Mario Lúcio declarou ao TSE R$ 1,1 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Piranguinho (MG) · PL · eleito

De onde veio

R$ 1.140
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.140
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Piranguinho (MG), 2004

Mario Lucio: R$ 5,09 por voto (mediana da disputa, R$ 9,19). Quem venceu, Ricardo, gastou R$ 4,92 por voto. O voto mais caro custou R$ 35,6; o mais barato, R$ 4,92.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Mario Lucio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Tietri PLR$ 1,1 mil · 32 votosR$ 35,6
  • Rita Azevedo PTBR$ 1,1 mil · 37 votosR$ 30,8
  • Olivia PSDBR$ 1,1 mil · 53 votosR$ 21,5
  • Wagner Tadeu MDBR$ 1,1 mil · 60 votosR$ 19
  • Mauricio Costa PTBR$ 1,1 mil · 95 votosR$ 12
  • Paulão Guimarães MDBR$ 1,1 mil · 101 votosR$ 11,3
  • Marcinho CIDADANIAR$ 358 · 39 votosR$ 9,19
  • Jose Rosa MDBR$ 1,1 mil · 129 votosR$ 8,84
  • Helena Cabeleireira PSDBR$ 1,1 mil · 134 votosR$ 8,51
  • Lucrecia MDBR$ 1,1 mil · 219 votosR$ 5,21
  • Mario Lucio PLR$ 1,1 mil · 224 votosR$ 5,09
  • Ricardo PLR$ 1,1 mil · 232 votosR$ 4,92

Votos por real

  • 2004, vereador: 196 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.