Mário Irrigação
Mario Luiz Muller Romanha · nasceu em 1982
Mário Irrigação se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: DEM (2016), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 38 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Mário Irrigação declarou R$ 58,2 mil em bens, em reais de hoje: 8,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 2,1 mi, já descontada a inflação.
Declarou 8,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- Mário IrrigaçãoR$ 58,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Mário Irrigação declarou ao TSE R$ 5,6 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Itanhém (BA) · DEM · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.98671,1%
- Próprio bolsoR$ 1.61928,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.01671,6%
- TransporteR$ 97217,3%
- PessoalR$ 4057,2%
- EventosR$ 1943,5%
- EscritórioR$ 190,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Itanhém (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 18,4 por voto. Quem venceu, Nem Mendes, gastou R$ 15,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 30,6; o mais barato, R$ 14,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr Luiz PPR$ 6,6 mil · 215 votosR$ 30,6
- Caboquinho Porto DEMR$ 18 mil · 672 votosR$ 26,7
- Audrey Correia PLR$ 13 mil · 493 votosR$ 25,4
- Bara Ribeiro PTBR$ 6,8 mil · 270 votosR$ 25,3
- Sasdelli Resende PSDBR$ 7,3 mil · 342 votosR$ 21,3
- Andre Correia PHSR$ 7,8 mil · 391 votosR$ 20
- Ronaldo Correia PC do BR$ 16 mil · 848 votosR$ 18,4
- Marquinhos De Ibiraja PSBR$ 11 mil · 661 votosR$ 16,5
- Dema PTR$ 8,5 mil · 520 votosR$ 16,4
- Nem Mendes PPR$ 13 mil · 832 votosR$ 15,9
- Dr Roberto PDTR$ 6,3 mil · 403 votosR$ 15,6
- Gutemberg Guê DEMR$ 7,3 mil · 497 votosR$ 14,7
Votos por real
- 2016, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.