Mario Gregorio
Mario de Sousa · nasceu em 1968
Mario Gregorio se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2008, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2008: 40 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008Vice-prefeito · Nova Belém (MG)PTB 15· centro-direitaNa chapa de Márciochapa não eleita916 votos da chapa, 31,5%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Mario Gregorio declarou R$ 129,8 mil em bens, em reais de hoje.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Mario Gregorio declarou ao TSE R$ 3,9 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Nova Belém (MG) · PTB · eleito
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 2.60066,9%
- Material impressoR$ 1.28433,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Nova Belém (MG), 2004
Mário Grigório: R$ 13,7 por voto (mediana da disputa, R$ 24,8). Quem venceu, Carlim Do Rodo, gastou R$ 7,85 por voto. O voto mais caro custou R$ 150; o mais barato, R$ 7,85.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Mário Grigório. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jurandi Vesfal PSDBR$ 3,8 mil · 25 votosR$ 150
- Natim PSDBR$ 3,9 mil · 54 votosR$ 71,9
- José Alexandre PTBR$ 3,8 mil · 59 votosR$ 63,7
- Christiany Lima MOBILIZAR$ 3,9 mil · 138 votosR$ 28,1
- Lourdes Maria Duarte PTBR$ 4,3 mil · 159 votosR$ 27
- Divino Grigório PSDBR$ 3,9 mil · 150 votosR$ 25,9
- Bidu PTBR$ 4,2 mil · 171 votosR$ 24,8
- João Pedro PTBR$ 3,9 mil · 158 votosR$ 24,6
- Claudio Souto PTBR$ 3,9 mil · 162 votosR$ 24
- Mário Grigório PTBR$ 3,9 mil · 284 votosR$ 13,7
- Nerinho PPR$ 1,9 mil · 179 votosR$ 10,6
- Carlim Do Rodo PTBR$ 1,7 mil · 220 votosR$ 7,85
Votos por real
- 2004, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.