Apuração
Senador · 2022 · PL

Mario Couto

Mario Couto Filho · nasceu em 1946

Mario Couto se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2022, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita pelo voto; direita pelo partido

As medidas vão de +0,15 a +0,54 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita): pelo partido ele aparece mais à direita.

Votou como o governo orientou em 61% das votações, e com a maioria do próprio partido em 90%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.

Pelo votoSenado 2011–2015+0,15Pelo partidoPL+0,54← esquerdacentrodireita →
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
← esquerdacentrodireita →
2002PSDB2006PSDB2014PSDB2018PP2020PRTB2022PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: senador, em 2006.

Passou por 4 partidos: PSDB (2002–2014), PP (2018), PRTB (2020), PL (2022).

SenadorDep. estadualPrefeitoPartidoPSDBPPPRTBPL’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senador, 2022, não eleito.

Declarou ao TSE em 2022: 76 anos, superior completo, administrador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Senador · Pará
    PL 222· direita
    não eleito1.485.453 votos, 35,5%
  2. 2020
    Prefeito · Belém (PA)
    PRTB 28· direita
    não eleito
  3. 2018
    Senador · Pará
    PP 111· direita· na urna, Mário Couto
    candidatura não chegou à urna
  4. 2014
    Senador · Pará
    PSDB 456· centro-direita
    não eleito624.401 votos, 18,4%
  5. 2006
    Senador · Pará
    PSDB 456· centro-direita· na urna, Mário Couto
    eleito1.456.587 votos, 51,9%
  6. 2002
    Deputado estadual · Pará
    PSDB 45112· centro-direita
    eleito56.587 votos; 2º mais votado de 434 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Mario Couto teve 56.587 votos para deputado estadual, 2,1% dos votos válidos do estado: 2º lugar entre 434 candidatos.

Recebeu votos em 110 cidades. Tailândia deu 5,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 62,0%.

56.587 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 56.587 votos.
  1. Tailândia (PA)3.241 votos5,7%
  2. Moju (PA)3.003 votos5,3%
  3. Belém (PA)2.994 votos5,3%
  4. Acará (PA)2.840 votos5%
  5. Curuçá (PA)2.593 votos4,6%
  6. Outras 95 cidades21.519 votos38%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Mario Couto declarou R$ 561 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2022, o total caiu R$ 1,2 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 200 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 561 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 465.727 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a senador no Pará em 2022.

  • Mario CoutoR$ 561 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 561 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 561 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Mario Couto declarou ao TSE R$ 7,3 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para senador: R$ 3,9 milhões.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Senador · Pará · PL · não eleito

De onde veio

R$ 1,3 mi
96% veio de fundos públicos; 12 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,3 mi.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Liberal (Pl)R$ 1,2 mi95,7%
  2. PessoasR$ 52,8 mil4,2%
  3. Próprio bolsoR$ 1.5610,1%

Para onde foi

R$ 1,3 mi
O maior gasto foi com serviços: 37% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,3 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoalTudo de Comunicare - Imprensa Editora LtdaR$ 195,7 mil14,8%
  2. InternetR$ 61,3 mil4,6%
  3. EscritórioR$ 294< 0,1%

Quanto custou cada voto: senador, Pará, 2022

Mario Couto: R$ 0,89 por voto (mediana da disputa, R$ 0,96). Quem venceu, Beto Faro, gastou R$ 2,13 por voto. O voto mais caro custou R$ 7,99; o mais barato, R$ 0,70.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Mario Couto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, senador: 1.123 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2014, senador: 380 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2006, senador: 464 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 429 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.