Mario Cortes
Mario Cortes Vieira · nasceu em 1947
Mario Cortes se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 69 anos, até o fundamental, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Mario Cortes declarou R$ 669,4 mil em bens, em reais de hoje: 29 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 561,5 mil acima da inflação.
Declarou 29 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2016.
- Mario CortesR$ 669,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 126,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 54 Hectares e uma ares localizada em jacundáR$ 324,9 milTerreno rural
- Alvenaria localizada na professora terezinhaR$ 243,7 milCasa
- 1 Terreno medindo 15X26 localizado prof. terezinhaR$ 45,5 milTerreno
- 1 Terreno medindo 10X26 localizado na prof.terezinhaR$ 35,7 milTerreno
- Logan renault 2010/2011R$ 19,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Mario Cortes declarou ao TSE R$ 75 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 39 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Nova Ipixuna (PA) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 53499,7%
- RepassesR$ 20,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Nova Ipixuna (PA), 2016
Mediana da disputa: R$ 33 por voto. Quem venceu, Emerson Da Lider, gastou R$ 12,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 261; o mais barato, R$ 12,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Magno PSBR$ 5,7 mil · 22 votosR$ 261
- Camila MDBR$ 6,5 mil · 28 votosR$ 234
- Sheila Vaz PPR$ 7,5 mil · 81 votosR$ 92,1
- Porca PPR$ 8,1 mil · 112 votosR$ 72,5
- Benedito PPR$ 7,7 mil · 169 votosR$ 45,5
- Professora Neide PSBR$ 16 mil · 451 votosR$ 35,9
- Dora Amaral PTR$ 12 mil · 376 votosR$ 33
- Batista Do Pt PTR$ 7 mil · 214 votosR$ 32,9
- Anderson Souza PTBR$ 7,1 mil · 215 votosR$ 32,9
- Nadinho PSBR$ 7,5 mil · 238 votosR$ 31,5
- Jeguin PPR$ 12 mil · 492 votosR$ 24,2
- Emerson Da Lider PSDBR$ 6,6 mil · 525 votosR$ 12,5
Votos por real
- 2016, vereador: 122 votos por R$ 1.000, 5,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 3,9 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 6,7 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.